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Tudo começou com duas cartas, duas cartas somente...

 Hoje, comemoramos o nonagésimo aniversário do Correio Aéreo Nacional e do Dia da Aviação de Transporte.

 Nessa paisagem do lendário Campo dos Afonsos, podemos ainda sentir as vibrações que motivaram o idealismo dos nossos pioneiros, simbolizados nas ilustres figuras dos seus primeiros integrantes: Nelson Freire Lavanére-Wanderlei, Casemiro Montenegro Filho, Lemos Cunha, Eduardo Gomes e tantos outros que, com abnegação doaram o melhor de suas vidas à Força Aérea Brasileira.

 O modesto início daquelas duas cartas traziam implícito o objetivo grandioso de manter unida a nossa Pátria, o que foi buscado, ao longo dos tempos, pelo Correio Aéreo Nacional.

Podemos encontrar no serviço postal aéreo militar as raízes da aviação de transporte, que fez do CAN o seu braço forte.

Após a criação do Ministério da Aeronáutica, em 1941, houve a fusão do Correio Aéreo Militar com o Correio Aéreo Naval, dando origem a uma das mais belas histórias da aviação brasileira.

 Em 1951, o Correio Aéreo Nacional já havia atingido tal volume e complexidade de operações que se fez necessário estruturá-lo dentro de uma nova organização, capaz de dirigir adequadamente tão importante serviço.

 Dessa forma, a direção, coordenação e desenvolvimento das atividades do Correio Aéreo Nacional passou por modificações porém mantendo viva a chama de integrar este País, ainda em desenvolvimento.

 Parabéns Aviação de Transporte, Parabéns Correio Aéreo Nacional!

 

 

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O Dia D, também conhecido como Operação Overlord, que resultou na conquista de parte da Normandia, no Norte da França, aconteceu no dia 6 de junho de 1944. Foi a maior operação de guerra da história e combinou diversas forças militares e marcou o início da liberação da França do domínio dos nazistas na Segunda Guerra Mundial. Também foi extremamente importante ao criar um front ocidental de luta contra a Alemanha Nazista, o que acentuou o desgaste dos alemães que já lutavam na Itália e no front oriental contra a União Soviética.

O planejamento estendia-se desde 1943 e sua execução, em 1944, aconteceu no momento ideal, pois combinou o fortalecimento dos Aliados com o enfraquecimento visível do Eixo. A operação e promoveu o desembarque de soldados Aliados nas praias da Normandia, no Norte da França. A quantidade de pessoal mobilizado, segundo historiadores, foi de cerca de 150 mil homens, transportados em 5.300 embarcações, além de 1.200 tanques e cerca de 12 mil aeronaves como apoio, realizando o reconhecimento do terreno; lançamento de paraquedistas, que saltaram em diferentes posições da Normandia para confundir as defesas inimigas e conquistar pontes importantes para garantir o avanço Aliado; e bombardeio. As tropas Aliadas eram compostas, principalmente, por soldados americanos, britânicos e canadenses.


Hitler já esperava que um ataque à Normandia acontecesse, no entanto, não sabia quando isso aconteceria. A esperança de ditador era depositada na chamada Muralha do Atlântico, uma linha de defesa estendida na costa do Oceano Atlântico e construída com o objetivo de barrar uma possível invasão dos Aliados. No entanto, a muralha era mais um blefe nazista que propriamente uma realidade.

A reconquista da Normandia era considerada fundamental pelos Aliados, pois significava o início de um esforço de guerra com a intenção de libertar a França do domínio nazista. O Dia D é visto por muitos como o fato que definiu o destino da Segunda Guerra Mundial, a vitória Aliada foi crucial para a continuidade da guerra e contribuiu para antecipar a derrota do Nazismo.

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No dia 4 de maio de 1902, Augusto Severo realizou a primeira experiência com o balão dirigível “Pax”, preso ao chão por cordas. Foi interrompida devido à forte chuva que desabou. No dia seguinte, foi realizada a segunda experiência do “Pax”, com o balão dirigível ainda preso ao solo, com resultados positivos. Estiveram presentes o Comte de La Vaulz e diversos representantes do Aeroclube da França.

Já no dia 8 de maio, Augusto Severo empreendeu a terceira experiência com o “Pax”, permanecendo este preso ao solo, por cordas. O mau tempo, no entanto, prejudicou os ensaios.

Três dias depois, o Ministério da Guerra da França, concedeu autorização a Augusto Severo para que o mesmo, no voo do “Pax”, previsto para o dia seguinte, evoluísse sobre as tropas do Exército Francês que se encontravam acampadas em Issy-Les-Moulineaux.

No dia 12 de maio, ocorreu um acidente com o dirigível “Pax”, falecendo Augusto Severo de Albuquerque Maranhão e o seu mecânico francês Georges Sachet. Severo foi, pois, a primeira vítima brasileira da conquista do ar. O corpo de Augusto Severo foi recolhido à Legação Brasileira, em Paris, sendo visitado por mais de cinco mil pessoas, inclusive as maiores autoridades científicas da França.

No dia 14 de maio, a Intendência de Natal, atual Prefeitura Municipal de Natal, mudou o nome da Praça da República para o de Praça Augusto Severo, localizada no bairro da Ribeira, em homenagem ao pioneiro norte riograndense.

No dia 28 de maio do mesmo ano, em palestra apresentada no Instituto Politécnico do Brasil, no Rio de Janeiro, sob o tema: “Os balões de Santos Dumont e Severo”, o professor Carlos Sampaio fez uma apreciação geral sobre as causas prováveis do acidente do balão dirigível “Pax”, que vitimou seus dois tripulantes.

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Apenas cinco anos após o pioneiro voo homologado da história, realizado pelo brasileiro ALBERTO SANTOS DUMONT, que fascinou o mundo em 1906 com a sua audácia e obstinação, em 29 de abril de 1911, o primeiro aviador militar brasileiro, o Primeiro-Tenente de Marinha Jorge Henrique Möller foi brevetado na pilotagem de aviões, na Escola Militar de Aviação de Étampes, na França.

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Em 22 de maio de 1942, às 13h47, um avião B-25B atacou o submarino italiano Barbarigo, que havia torpedeado o navio mercante brasileiro Comandante Lira próximo ao Atol das Rocas. Já era a oitava embarcação do brasileira atingida pelas forças do Eixo.A guerra estava próxima e cada voo da FAB passou a ser realizado com seu nível de atenção ainda mais elevado. Nesse contexto, os Capitães Aviadores Parreiras Horta e Pamplona, pilotos do B-25, realizaram o ataque lançando dez bombas de 45kg sobre o submarino, que foi a pique imediatamente.

Essa é uma data marcante para a Força Aérea Brasileira e para todos os tripulantes“patrulheiros” de ontem e de hoje, pois, em plena Segunda Guerra Mundial, o “Batismo de Fogo” rememora o bombardeio do submarino italiano.Assim, esta data passou a ser considerada o “Dia da Aviação de Patrulha”.

Naquele tempo, para substituir o material aeronáutico existente inadequado à missão de patrulhamento, em sua quase totalidade, o Brasil, como aliado dos EUA, foi beneficiado pelo LendandLeaseAct, acordo pelo qual o Presidente americano Roosevelt determinava o empréstimo de equipamentos de guerra aos países aliados, desde que comprassem ou devolvessem estes itens ao final da guerra. Desta maneira, a FAB recebeu aviões A-28 HUDSON, hidroaviões PBY-5 CATALINA, aviões anfíbios PBY-5A CATALINA e aviões PV-1 VENTURA para serem empregados no patrulhamento das águas próximas ao litoral brasileiro.

Juntamente com os aviões, equipes da Força Aérea Brasileira receberam treinamento, ministrado por uma equipe denominada United StatesBrazilian Air Training Unit – USBATU. Com esse treinamento, a FAB assumiu o patrulhamento de alguns setores do litoral e passou a proporcionar a cobertura aérea de comboios navais.

Em julho de 1943, um avião PV-1 VENTURA localizou e atacou o submarino alemão U-199 no litoral do Rio de Janeiro, deixando-o avariado. Uma outra aeronave, um CATALINA PBY-5, concluiu este ataque e afundou este submarino.

Desde então, nossa Aviação de Patrulha operou com diversos modelos de aeronaves, os quais se encontram em nosso acervo. Atualmente, a Patrulha realiza suas missões operando as aeronaves P-95M “Bandeirulha” e P-3AM ÓRION.

 

*JajukáPiráWaí*

*Salve a Patrulha!*

 

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Na Quinta-Feira 11 de maio de 1899, aconteceu a primeira experiência de Santos Dumont com o seu Balão Dirigível N.º 2. Tal aeróstato era flexível, com 25 metros de comprimento e 3,8 metros de diâmetro. Esse fato teve como cenário o Jardim da Aclimação, em Paris. A experiência durou pouco, pois logo após o inicio da ascensão, o balão chocou-se contra as árvores, danificando-se. Os teóricos afirmam que a chuva em combinação com a temperatura fria fez o hidrogênio contrair-se. Nesse voo-teste, Santos Dumont voou sobre Paris, contra e a favor dos ventos. Ao tentar descer sofreu um pequeno acidente, que não teve maiores consequências porque pediu a alguns meninos para usarem o cabo pendente do balão como se fosse uma pipa (papagaio de papel, em Portugal), correndo contra o vento.

Não se sabe se por coincidência, ou não, essa data era o Dia da Ascenção, feriado católico comemorado em Paris. A quinta-feira da Ascensão (ou Ascensão de Jesus) é um feriado cristão que ocorre 40 dias após a Páscoa. Em vários países cristãos, este dia é um feriado oficial. Como a Páscoa, a quinta-feira da Ascensão e um feriado móvel. Talvez o inventor quisesse aproveitar uma data festiva para dar maior notoriedade a seu invento.

No ano de 1899, Santos Dumont construiu dois aparelhos. O já citado Dirigível N.º 2, que caiu logo no primeiro ensaio. E o dirigível Nº 3 que era um projeto totalmente novo e tinha seu invólucro inflado com gás de iluminação, que tinha a vantagem de ser mais barato e que apresentava um risco menor de explosão. Com um formato menos alongado, ele pretendia evitar que o invólucro dobrasse durante o voo como ocorrera com os seus dirigíveis anteriores.

Esses eventos ocorridos em 1899 mudaram o patamar de Dumont diante da imprensa francesa. A partir de então, os artigos publicados sobre ele demonstravam um interesse maior sobre seus inventos. Os jornais Le Figaro e La Matin foram alguns dos principais periódicos que já faziam referência a Santos Dumont, não apenas como esportista, mas como inventor. A descrição dos dirigíveis e as quedas eram relatadas com destaque nos textos, porém ainda não se tinha um detalhamento maior sobre a pessoa do inventor.

Texto: Jefferson E. S. Machado (Doutor em História Comparada pelo Programa de Pós Graduação em História Comparada da Universidade Federal do Rio de Janeiro).

Referências
MURADAS, Duane Quireza. Os Projetos de Santos=Dumont: Balões, Dirigíveis, Helicópteros e Aeroplanos. In: www2.anac.gov.br/certificacao/Diversos/Portug/SantosDumont-02.pdf
BARROS, Henrique Lins de; SOUZA, Renato Vilela Oliveira de. Santos-Dumont e a solução do voo dirigido: releituras e interpretações da imagem pública de um inventor

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No dia 28 de abril de 1912, aviador brasileiro Edu Chaves fez a primeira tentativa para realizar o reide aéreo São Paulo-Rio de Janeiro, utilizando um avião Blériot. Nesse dia, Edu Chaves decolou de São Paulo e pousou em Guaratinguetá para reabastecer o seu avião.

Prosseguindo no voo, no mesmo dia, teve uma pane na altura de Mangaratiba e desceu no mar.

BIOGRAFIA

Eduardo Pacheco Chaves, conhecido como Edu Chaves, nasceu na capital paulista em 1887. Era filho de Elias Antônio Pacheco e Chaves e de Anésia da Silva Prado. Nasceu em um casarão da rua de São Bento no centro da cidade e era filho de uma antiga família de cafeicultores. Fascinado pela aviação, Edu foi para a França com o propósito de tornar-se piloto.

Em 28 de julho de 1911 adquiriu seu "brevê" de piloto da Federation Aeronautique Internacionale a bordo de um aparelho modelo Bleriot de 25 HP.

Ainda na França, foi o primeiro aviador a realizar voos noturnos. Foi o primeiro piloto brasileiro a voar nos céus do Brasil no dia 8 de março de 1912, na cidade de Santos. Neste período teve a oportunidade de voar em companhia do aviador francês Roland Garros na breve estadia deste no Brasil. Edu também foi pioneiro ao fundar a primeira escola de aviação do país em Guapira, onde empregou aviões trazidos da Europa.

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