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Em 25 de Janeiro de 1867, o então Ministro da Guerra, João Lustoza da Cunha Paranaguá, por meio de um expediente confidencial, deu instruções ao diplomata Henrique Cavalcanti de Albuquerque, Cônsul brasileiro em Nova Iorque para, com a maior urgência possível, providenciar a fabricação de um balão de observação para o Exército Brasileiro, que se encontrava em campanha na Guerra do Paraguai.

 

Saiba mais sobre a biografia do Ministro da Guerra https://pt.wikipedia.org/.../Jo%C3%A3o_Lustosa_da_Cunha...

 

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Em 23 de janeiro de 1936, o Correio Aéreo Militar (CAM) inaugurou a primeira linha internacional, para Assunção, no Paraguai, utilizando a aeronave Waco Cabine CJC, tripulada pelos Tenentes Hortêncio Pereira de Brito e Ricardo Nicoll, com escalas no Rio, São Paulo, Bauru, Três Lagoas, Campo Grande, Ponta Porã, Concepción (no Paraguai) e Assunção.

 Como passageiro, viajou o Ten Tíndaro Pereira Dias, Comandante do Destacamento de Campo Grande.

 

 Quer conhecer mais sobre a história do Correio Aéreo Militar, acesse https://www.fab.mil.br/noticias/mostra/11465/

 Boa leitura!

 

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A primeira turma de Cadetes, que foram declarados Aspirantes a Oficial da Arma de Aviação do Exército em 20 de janeiro de 1928, era integrada por: Antonio Lemos Cunha, Casemiro Montenegro Filho, Márcio de Souza e Mello, Nicanor Porto Virmond, Orsini de Araújo Coriolano, Joelmir Campos de Araripe Macedo e José de Souza Prata (Márcio e Araripe ocuparam, tempos depois, o cargo de Ministro da Aeronáutica).

 Na Ordem do Dia da Declaração dos Aspirantes a Oficial da turma de 1933, o Comandante da Escola de Aviação, Tenente Coronel Ajalmar Vieira Mascarenhas, afirmava: “Sêde oficiais da aviação, antes que pilotos do ar. A aviação militar é o voo comandado e consciente; o gosto estimulado na exploração dinâmica da terceira dimensão; é o roteiro seguido com firmeza no cumprimento das missões de guerra, independentemente da atmosfera adversa; são as afirmações de voo grupado, numa afirmação de força e solidariedade; é o arrojo do caçador que ataca; a acuidade, o discernimento do observador que informa; a firmeza do bombardeador que destrói; é o emprego judicioso da fotografia, do rádio e dos meios de defesa e de ataque. Mas é, também, amor pelo material custoso que a Nação nos confia, para bem servi-la; é o esquecimento de nossa personalidade, em proveito do trabalho de conjunto; é a renúncia à glória passageira das platéias de desporto, em proveito do prestígio da Arma sobranceira.”

 

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Com o objetivo de formar aviadores militares brasileiros, em 18 de janeiro de 1913, foi assinado um ajuste entre o Ministro da Guerra, General Vespasiano Gonçalves de Albuquerque e Silva, e a firma “Gino, Bucelli e Cia”, para o funcionamento da “Escola Brasileira de Aviação”, no Campo dos Afonsos.

 

 

Se quer saber mais sobre o Aero Clube Brasileiro e a Escola Brasileira de Aviação, acesse: https://www.facebook.com/MarechalHermesAntigo/posts/673115582829912/

 

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No dia 22 de janeiro de 1920, seis meses e dez dias depois da inauguração da Escola de Aviação Militar, formou-se a primeira turma de pilotos aviadores militares, constituída pelos seguintes oficiais: Capitão Raul Vieira de Mello, 1º Tenente Anôr Teixeira dos Santos, 1º Tenente Pedro Martins da Rocha, 1º Tenente José Felinto Trajano de Oliveira, 1º Tenente Godofredo Franco de Faria, 2º Tenente Gil Guilherme Christiano, 2º Tenente Henrique Raymundo Dyott Fontenelle, 2º Tenente Raul Luna, 2º Tenente Rosalvo Tanajura Guimarães, 2º Tenente Ângelo Mendes de Moraes, 2º Tenente Salustiano Franklin e 2º Tenente Ivan Carpenter Ferreira.

 Para selecionar a Primeira Turma, sob coordenação da Missão Militar Francesa, o “Exame de Saúde do Pessoal Aeronavegante” previa entre outras exigências, o peso máximo de 65 quilogramas e não se admitia nenhuma correção visual por vidros. Entre os candidatos seriam selecionados preferencialmente Oficiais e Aspirantes a Oficiais, com menos de 26 anos de idade e metade das vagas deveriam ser preenchidas por Oficiais da Arma de Cavalaria.

 Após rigorosa seleção, iniciou-se o curso que tinha duração prevista de 23 semanas. Para obter o diploma de Piloto Aviador-Militar, o aluno deveria satisfazer as condições preliminares e as provas. Nas condições preliminares, deveria ser julgado apto pelo seu Instrutor e pelo Diretor-Técnico da Escola, realizar 80 aterragens e voar 25 horas, as provas constavam de uma descida em espiral de 500 metros em voo planado; um voo, durante uma hora, acima de 2.000 metros; [PARA CONTINUAR SUA LEITURA, ACESSE https://www.defesaaereanaval.com.br/.../centenario-da... ]...

 

Por Subtenente (Mnt Com) Fábio César Santos de Assunção

Fonte e Foto: Espaço Cultural da Aviação do Exército

 

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19 DE JANEIRO DE 1915 - Ocorreu outra missão de reconhecimento aéreo, pelo Ten Ricardo Kirk e o Aviador Civil Ernesto Darioli, em suas respectivas aeronaves, com a duração de uma hora, sobre os rios Iguaçu e Timbó, chegando a atingir a altitude de 2.200 metros.

 Ricardo Kirk foi um militar brasileiro, sendo o primeiro oficial aviador do Exército Brasileiro. É considerado o Patrono da Aviação do Exército Brasileiro.

 O Tenente Kirk nasceu na cidade Campos, no Rio de Janeiro, no ano de 1874; matriculou-se na Escola Militar em 1891; foi promovido a Alferes em novembro de 1893 e a Primeiro-Tenente em março de 1898. Em 1915, foi promovido post-mortem a Capitão.

 Ernesto Darioli foi um aviador italiano. Veio para o Brasil com um Blériot X, fazendo demonstrações no Rio de Janeiro, Porto Alegre e Juiz de Fora.

 Foi instrutor de voo de Ricardo Kirk, o primeiro aviador brasileiro, em Santa Cruz, em 1912. Foi com este para a Europa comprar aviões para o recém criado Aeroclube Brasileiro, onde era instrutor, retornando com um Blériot SIT.

 

Juntamente com Kirk, foi contratado pela União Federal para missões no Teatro de Operações da Guerra do Contestado.

 

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Em 18 de janeiro de 1937, por meio do Decreto nº 1.383, foram aprovados orçamentos, plantas e especificações relativas ao fornecimento e instalação de maquinários e equipamentos necessários às manobras de aeronaves no Aeroporto Bartolomeu de Gusmão, em Santa Cruz, zona oeste carioca. O complexo foi inteiramente construído pela Luftschiffbau Zeppelin para receber os dirigíveis Graf Zeppelin e Hindenburg.

 Entre 1931 e 1937, a Deutsche Luft Hansa (Lufthansa após 1933) operou voos regulares entre a Alemanha e o Brasil, utilizando seus dirigíveis rígidos LZ 127 Graf Zeppelin e LZ 129 Hindenburg. O Rio de Janeiro era o destino final, de onde os passageiros poderiam fazer conexões com serviços de aviões para o Sul do Brasil, Uruguai, Argentina, Chile e Bolívia, que eram operados pela subsidiária brasileira da Lufthansa, a Syndicato Condor.

 O aeroporto foi inaugurado em 26 de dezembro de 1936 pelo presidente Getúlio Vargas, com a presença do embaixador alemão Schmidt Elskop. Antes da construção do aeroporto, os dirigíveis rígidos eram guardados no Campo dos Afonsos.

 O sítio aeroportuário consistia de um campo de pousos e decolagens, um hangar, alfândega, prédio administrativo, outro prédio para os operadores de rádio, quartos para funcionários, alojamentos para a tripulação, um depósito, uma fábrica de hidrogênio e um ramal de trens, que ligava o local com o centro da cidade a 54 km de distância.

 O hangar é o único exemplar original de estrutura construída para acomodar dirigíveis rígidos ainda existente no mundo. Devido a sua importância histórica, foi tombado como Patrimônio Cultural Nacional em 14 de março de 1999.

 Em 12 de fevereiro de 1942, seis meses antes do Brasil declarar guerra às Potências do Eixo, o aeroporto foi tomado pelo então Ministério da Aeronáutica e transformado na Base Aérea de Santa Cruz, que permanece como uma das mais importantes da Força Aérea Brasileira.

 

 

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