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Santos Dumont

O Pai da Aviação
 

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Em 22 de maio de 1942, às 13h47, um avião B-25B atacou o submarino italiano Barbarigo, que havia torpedeado o navio mercante brasileiro Comandante Lira próximo ao Atol das Rocas. Já era a oitava embarcação do brasileira atingida pelas forças do Eixo.A guerra estava próxima e cada voo da FAB passou a ser realizado com seu nível de atenção ainda mais elevado. Nesse contexto, os Capitães Aviadores Parreiras Horta e Pamplona, pilotos do B-25, realizaram o ataque lançando dez bombas de 45kg sobre o submarino, que foi a pique imediatamente.

Essa é uma data marcante para a Força Aérea Brasileira e para todos os tripulantes“patrulheiros” de ontem e de hoje, pois, em plena Segunda Guerra Mundial, o “Batismo de Fogo” rememora o bombardeio do submarino italiano.Assim, esta data passou a ser considerada o “Dia da Aviação de Patrulha”.

Naquele tempo, para substituir o material aeronáutico existente inadequado à missão de patrulhamento, em sua quase totalidade, o Brasil, como aliado dos EUA, foi beneficiado pelo LendandLeaseAct, acordo pelo qual o Presidente americano Roosevelt determinava o empréstimo de equipamentos de guerra aos países aliados, desde que comprassem ou devolvessem estes itens ao final da guerra. Desta maneira, a FAB recebeu aviões A-28 HUDSON, hidroaviões PBY-5 CATALINA, aviões anfíbios PBY-5A CATALINA e aviões PV-1 VENTURA para serem empregados no patrulhamento das águas próximas ao litoral brasileiro.

Juntamente com os aviões, equipes da Força Aérea Brasileira receberam treinamento, ministrado por uma equipe denominada United StatesBrazilian Air Training Unit – USBATU. Com esse treinamento, a FAB assumiu o patrulhamento de alguns setores do litoral e passou a proporcionar a cobertura aérea de comboios navais.

Em julho de 1943, um avião PV-1 VENTURA localizou e atacou o submarino alemão U-199 no litoral do Rio de Janeiro, deixando-o avariado. Uma outra aeronave, um CATALINA PBY-5, concluiu este ataque e afundou este submarino.

Desde então, nossa Aviação de Patrulha operou com diversos modelos de aeronaves, os quais se encontram em nosso acervo. Atualmente, a Patrulha realiza suas missões operando as aeronaves P-95M “Bandeirulha” e P-3AM ÓRION.

 *JajukáPiráWaí*

*Salve a Patrulha!*

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DIA 26 DE JUNHO

DIA DA AVIAÇÃO DE BUSCA E SALVAMENTO

“PARA QUE OUTROS POSSAM VIVER”

 Qual o valor de uma vida?

 

Até que ponto pode chegar a esperança de uma pessoa que anseia por reencontrar um familiar após uma situação inesperada, um acidente aeronáutico ou um naufrágio? Seria possível medir tais valores?

É com esses sentimentos, de difícil compreensão ou tradução em palavras, que os homens e mulheres da Busca e Salvamento se impelem a dedicar suas vidas em prol de outras, a subordinar seus interesses pessoais e seu bem-estar para que outros possam retornar aos seus lares.

  Até que ponto pode chegar a esperança de uma pessoa que anseia por reencontrar um familiar após uma situação inesperada, um acidente aeronáutico ou um naufrágio? Seria possível medir tais valores?

É com esses sentimentos, de difícil compreensão ou tradução em palavras, que os homens e mulheres da Busca e Salvamento se impelem a dedicar suas vidas em prol de outras, a subordinar seus interesses pessoais e seu bem-estar para que outros possam retornar aos seus lares.

 A despeito da imprevisibilidade, da meteorologia e da situação, é com esse espírito que decolam os militares da Aviação de Busca e Salvamento, quando uma missão SAR é acionada. "Por uma vida a ordem é lutar"!

Considera-se que a história da Busca e Salvamento tem como raiz os sentimentos de solidariedade e humanidade de pessoas que procuravam ajudar seus pares em situações de perigo. Foi na II Guerra Mundial, quando o resgate de tripulantes ingleses abatidos em combate revelou extraordinário êxito ao diminuir as perdas humanas, que o moderno Serviço de Busca e Salvamento teve sua origem.

 Na Força Aérea Brasileira, a atividade de Busca e Salvamento teve seu início com a criação do Ministério da Aeronáutica, em 1941. Naquela época, as missões eram realizadas por abnegados militares que, voluntariamente, engajavam-se para procurar e resgatar tripulantes de aeronaves acidentadas.

A organização do Serviço de Busca e Salvamento ganhou celeridade a partir do final de 1947, frente às dificuldades enfrentadas nas buscas de uma aeronave da FAB que caiu, no município de Porto de Moz, no Pará. Três anos depois, uma aeronave Catalina, o PBY5-A-6516, foi destacada para o emprego exclusivo da atividade SAR na FAB, coordenada pela Comissão Organizadora do Serviço de Busca e Salvamento da Primeira Zona Aérea.

 A partir de então, organizado e estruturado, o Serviço iniciou um período de evolução permanente. Entretanto, foi a tragédia do C-47 FAB 2068 que foi consagrada na história como a maior e mais vultosa operação de Busca e Salvamento da aviação brasileira. Não há como narrar os fatos ocorridos, a partir do dia 16 de junho de 1967, sem entoar as palavras heroísmo e altruísmo, que marcaram tanto salvadores, quanto resgatados.

 Há 53 anos, no dia 26 de junho de 1967, o avistamento realizado pelo Suboficial Valin, a bordo do Albatroz FAB 6539 do 2° Esquadrão do 10° Grupo de Aviação, fez ecoar na eternidade a frase do então Tenente Velly, que até hoje norteia a mente dos guerreiros da Busca e Salvamento: "Eu sabia que vocês viriam!".

Esse dramático momento da Aviação Brasileira marcou, ainda, o início da operação dos helicópteros H-1H no Brasil, o Sapão ou simplesmente Hagazão, foi considerado a espinha dorsal da Aviação de Busca e Salvamento da FAB, uma vez que operou por 50 anos, com mais de 700 mil horas voadas, em 76 aeronaves.

 Ao longo dessas décadas, além dos lendários H-1H, outros vetores, com suas respectivas equipagens realizaram, diuturnamente, Ações de Busca e Salvamento: C-130 Hércules, SC-105 Amazonas, P-95M Bandeirulha, P-3AM Orion, H-60 Black Hawk, H-50 Esquilo e H-36 Caracal. Além disso, foram desenvolvidas novas técnicas de Resgate em Combate, de Busca Eletrônica e de utilização dos óculos de visão noturna.

Nos dias atuais, celebra-se a operação dos modernos vetores SAR, dotados de comunicação satelital, radar de abertura sintética e sistemas eletro-ópticos de alta resolução, ferramentas que expandem as possibilidades do Sistema de Busca e Salvamento Aeronáutico e ampliam sua capacidade, passando-o ao patamar da busca eletrônica.

Importante ressaltar que o sucesso das missões realizadas ao longo da História somente foi possível pelo comprometimento de homens e mulheres das Equipes de Resgate e tripulantes dos Esquadrões de Busca e Salvamento, Patrulha, Asas Rotativas, Transporte e Reconhecimento, que trabalham em perfeita harmonia, além da primordial e indispensável participação dos elos de Busca e Salvamento do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA).

Honrando o legado dos nossos antecessores, que brava e heroicamente conduziram tão alto a Bandeira do SAR, a exemplo daquele memorável 26 de junho de 1967, as novas gerações conduzirão as modernas tecnologias em momentos igualmente desafiadores, garantindo o cumprimento da sua missão e da missão da Força Aérea Brasileira com eficácia e precisão.

PARA QUE OUTROS POSSAM VIVER!

 

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Assista ao vídeo com a história do resgate do FAB 2068, que deu início a história da Aviação de Busca e Salvamento: https://youtu.be/0nFzEICVpXg

Acesse o link e leia o periódico NOTAER:

https://issuu.com/portalfab/docs/notaer_junho_2020

 

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Em 24 de junho de 1867, durante a Guerra do Paraguai, sob comando de Duque de Caxias, as forças brasileiras aplicaram um conceito que, desde a antiguidade, sempre foi determinante para o sucesso de qualquer conflito bélico: o conhecimento sobre o inimigo. Com o auxílio de aeróstatos, as tropas brasileiras puderam obter informações acerca do exército oponente, de uma forma segura, rápida e eficaz. Naquele dia, começou a se formar no Brasil o que seria o embrião do Reconhecimento Aéreo e, porque não dizer, da Aviação de Reconhecimento.

  

  De modo análogo, em 4 de janeiro de 1915, durante a Campanha do Contestado, o General Setembrino, pela primeira vez na História militar brasileira, empregou aviões militares para obter informações sobre as forças rebeldes escondidas na região de Porto União, entre os rios Iguaçu e Timbó.

 O emprego de aeronaves com o objetivo de observar as posições e as manobras de forças hostis cresceu consideravelmente entre as duas Grandes Guerras Mundiais, contudo a criação da Força Aérea Brasileira (FAB), em 1941, e a Segunda Guerra Mundial (1939/1945) foram o trampolim de desenvolvimento e sucesso dessa jovem vertente tão importante na aviação e no mundo atual.

 

Um orgulho para todos os brasileiros foi a Primeira Esquadrilha de Ligação e Observação (1ª ELO), que foi criada pelo primeiro Ministro da Aeronáutica, Doutor Joaquim Pedro Salgado Filho, em 20 de julho de 1944. A 1ª ELO teve um grande desempenho nos céus da Itália, utilizando a aeronave Piper L-4H.

Durante a Campanha na Itália, a 1ª ELO realizou 1.654 horas de voo, 682 missões de guerra e mais de 400 regulações de tiro de Artilharia.

Essas missões se caracterizavam por serem longas e árduas devido à topografia dos Montes Apeninos; às condições meteorológicas durante o inverno, com nuvens que dificultavam a visibilidade e a passagem entre os morros; à pouca potência de seus pequenos aviões com motor de 65 CV

e desprovido de armamentos; ao desconforto da cabina de voo não aquecida; à longa permanência sobre as linhas de frente; às pistas de pouso precárias de onde os militares tinham que operar; e ao fogo antiaéreo inimigo.

 
 

 Indubitavelmente, foi no período da Guerra Fria que a atividade de Reconhecimento Aéreo atingiu o seu ápice, o que resultou no desenvolvimento de equipamentos fotográficos de alta resolução e no estabelecimento de unidades aéreas especializadas nessa atividade.

 

 Na Força Aérea Brasileira, a Aviação de Reconhecimento surgiu em 1947, com a criação do 1º/10º Grupo de Aviação. No início dos anos 50, foi ativado o 6º Grupo de Aviação, e, finalmente em 2011, foi criado o 1º Esquadrão do 12º Grupo de Aviação, operando Veículos Aéreos Não Tripulados (VANT).


 

Presentemente, a atuação dos Esquadrões de Reconhecimento Aéreo não se limita à produção de dados e conhecimentos para a Inteligência de Defesa. De fato, essas unidades aéreas são empregadas, rotineiramente, para fazer aerolevantamento de áreas de interesse do território nacional, na vigilância das fronteiras terrestres e das águas territoriais brasileiras, em operações de Garantia da Lei e da Ordem e em apoio às atividades de segurança pública em grandes eventos, como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos.

 

 No decorrer desses 73 anos de existência da Aviação de Reconhecimento na FAB, diversas aeronaves foram empregadas no cumprimento com excelência das missões que lhes foram atribuídas. O Museu Aeroespacial, como parte da sua missão, preserva e expõe alguns exemplares desses vetores aéreos: AMX A-1, Cessna L-19E (Bird Dog), Douglas A-20K (Havoc), Douglas A-26B (Invader), Neiva L-42 (Regente), Neiva N-56C (L-6C Paulistinha), North American NA 159 (T-28A) Trojan, Piper L-4H, Pilatus L-3 e AT-26 (Xavante).

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