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Brasília/DF, 26/09/2014
A caminhada para se tornar investigador de acidente aeronáutico é longa: 40 dias de curso básico de prevenção de acidentes aeronáuticos a distância, dez dias de curso de prevenção e, por último, vinte dias de curso de investigação. As duas fases presenciais ocorrem na sala de aula do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), ambiente de difusão dos conceitos da segurança operacional.

Este ano, o órgão investigador nacional dispõe no mercado da aviação civil e militar (brasileira e estrangeira) 97 novos investigadores, capacitados para promover a prevenção de acidentes nas suas organizações, aplicando ferramentas de gerenciamento da segurança e retirando ensinamentos das ocorrências aeronáuticas. Os profissionais formados pelo Cenipa estão aptos a compor comissões de investigação de acidentes com helicópteros (asa rotativa) e com aviões (asa fixa).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A conclusão do curso ocorreu nesta sexta-feira (26/09), com a palestra do Major-Brigadeiro da reserva Jorge Kersul Filho, sobre as dificuldades e o aprendizado no resgate do voo 1907.

O conteúdo do curso é amplo e os instrutores designados pelo CENIPA, experientes. Os alunos tiveram contato com toda a legislação da investigação de acidentes aeronáuticos (Anexo 13 à Convenção de Aviação Civil Internacional, Normas de Sistema do Comando da Aeronáutica, Código Brasileiro de Aeronáutica, Lei 12.970/14, Manuais de Investigação). Além disso, foram instruídos quanto à pesquisa dos fatores contribuintes material, operacional e humano, entrevista de testemunhas, divulgação de informações, elaboração de Recomendações de Segurança, emprego de gravadores de voo, redação de Relatório Final, etc.

A turma de 2014 incluiu funcionários civis de empresas aéreas e aeroclubes, militares das Forças Armadas e Auxiliares, civis da área de segurança pública, além de estrangeiros: um canadense, quatro chilenos e um uruguaio.

A próxima versão do curso será em 2015. Os interessados devem atender os pré-requisitos previstos na NSCA 3-10 (EM PROCESSO DE REVISÃO). No caso de civis: ser piloto comercial ou piloto de linha aérea, engenheiro aeronáutico ou engenheiro mecânico, funcionário de instituição ligada à atividade aérea. No caso de militares: piloto das Forças Armadas ou de Forças Auxiliares, engenheiro aeronáutico ou mecânico (no posto de 2º Tenente a Tenente-Coronel ou equivalente, até a data de conclusão do curso). Em ambos os casos, os profissionais precisam ter concluído com aproveitamento o Curso Básico de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos a Distância e o Curso de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos presencial, além de ser indicados pela instituição a que pertencem por meio de documento enviado ao Cenipa.

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