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Visando o aprimoramento profissional e a adaptação junto aos ambientes operacionais, 25 alunos da Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR), das especialidades de Meteorologia (BMT) e Serviço de Informações Aeronáuticas (AIS), realizaram, no período de 10 de setembro a 01 de novembro o Estágio Supervisionado no Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA).

O treinamento, que totalizou 160 horas, ocorreu sob a coordenação da Primeiro-Tenente Especialista em Meteorologia Alessana Carrijo Rosette e, conforme as diretrizes do Ministério da Educação (MEC) no que se refere à titulação de Técnico na área específica, é um requisito para que o curso seja reconhecido como Ensino Profissionalizante.

No Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), os estagiários foram recebidos pelo chefe do Subdepartamento de Operações (SDOP), Brigadeiro do Ar Luiz Ricardo de Souza Nascimento, que deu as boas-vindas e explanou sobre a estrutura do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB). Logo depois, foram encaminhados para a Divisão de Operações (DO) do CGNA.

 

No CGNA, os alunos foram recepcionados pelo chefe do órgão, Coronel Aviador Ricardo Luiz Dantas de Brito, e conheceram um pouco da estrutura organizacional e das novas práticas operacionais que envolvem a Tomada de Decisão Colaborativa (CDM).

A Central de Plano de Voo Apresentado (CPVA), Central de Plano de Voo Repetitivo (CPRV) e Central AIS do Salão Operacional foram setores nos quais os formandos da especialidade AIS puderam atuar durante todo o período. Já os alunos de Meteorologia, além do estágio como Auxiliares de Previsor Meteorológico, cumpriram parte da prática na Estação Meteorológica de Superfície (EMS) do Santos Dumont, na Estação Meteorológica de Altitude (EMA) e no Centro Meteorológico Militar (CMM) do Galeão.

“O estágio ao final do curso é de suma importância para esses profissionais. É preciso que eles tenham uma visão mais ampla do contexto operacional no qual irão atuar. Cada ação que tomem, como técnicos, no campo da Meteorologia ou das Informações Aeronáuticas, poderá impactar outras áreas vinculadas à aviação”, afirmou a Tenente Rosette.

Os novos Sargentos se formarão no dia 1 de dezembro.

Texto: 2º Ten Esp CTA Eduardo Silva
Fotos: S2 SSG Edvaldo

Nos dias 19 e 20 de outubro, militares do Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA) participaram do 5º Workshop alusivo ao Dia Internacional do Controlador de Tráfego Aéreo. O evento ocorreu no Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA II), em Curitiba.

Sob a supervisão da seção de Coordenação e Controle de Gerenciamento de Tráfego Aéreo (DCCO-1) do Subdepartamento de Operações (SDOP) do Departamento de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (DECEA), a programação englobou palestras sobre diversos assuntos inerentes ao Sistema de Controle do Espaço Aéreo (SISCEAB), tais quais a gestão estratégica de recursos humanos, a Lei do Abate e seus impactos para as operações aéreas e os projetos de implementação da navegação baseada em performance, o PBN.

Além das palestras, foram realizadas oficinas sobre Operações Militares (OPM), Gerenciamento de Tráfego Aéreo (ATM) e Busca e Salvamento (SAR).

Representando o CGNA, estiveram presentes na oficina OPM o Suboficial Ricardo Bittencourt Lopes e a Segundo-Sargento Hevelin Aparecida Borges Teles. Como palestrante, na oficina ATM, o Segundo-Tenente Eduardo Araujo da Silva explanou acerca da formação do ATCO na Aeronáutica, fazendo referência ao histórico da atividade, desde a sua criação no Brasil, até os dias atuais.

“Para nós do CGNA, é imprescindível a participação em eventos como este, pois todos os temas apresentados permeiam as operações aéreas. Trabalhamos no sentido da tomada de decisão colaborativa e, dessa forma, estamos sempre em coordenação com outros órgãos. Estar próximo dos seus representantes não tem preço”, afirmou o Ten Eduardo Silva.

Ao final da palestra, em consideração às propostas de reestruturação curricular do DECEA junto à Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR), o Ten Eduardo Silva ressaltou a importância da inclusão de disciplinas como o Gerenciamento de Fluxo de Tráfego Aéreo (ATFM) e Gerenciamento do Espaço Aéreo (ASM) no curso de formação de Sargentos.

O encontro reuniu, também, ATCO do Exército Brasileiro (EB), da Marinha do Brasil (MB) e da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (INFRAERO).

Texto: 2S SIN Roberta
Fotos: Cv Perez

Por meio do Programa Anual de Emprego dos Laboratórios de Simulação (PAELS), o Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA) participou, no período de 14 de agosto a 06 de outubro, do planejamento para a implementação da Navegação Baseada em Performance na Região Sul do país (Projeto PBN-Sul). A reestruturação foi realizada pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), sob a coordenação da Divisão de Operações do Instituto de Cartografia Aeronáutica (ICA).

O Projeto PBN-Sul propõe melhorias para o usuário do espaço aéreo, tais quais o encurtamento das trajetórias, reduzindo o tempo de translado das aeronaves, um menor consumo de combustível e a otimização dos gastos relativos aos voos.

Outro benefício, com a implantação do projeto, é a diminuição de poluentes no espaço aéreo e o Brasil, como signatário da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI), acaba exercendo seu papel junto aos organismos reguladores. O gerenciamento das operações aéreas deve caminhar ao encontro da Resolução aprovada pela OACI que apresenta essas diretrizes. No que tange à sustentabilidade, o que se espera é a redução do dióxido de carbono (CO2) na atmosfera.

 

Visando o preparo dos Gerentes de Fluxo e Controladores de Tráfego Aéreo para o início das operações, que se deu no dia 12 de outubro, a Divisão de Operações do CGNA enviou duas equipes, coordenadas pelo Capitão Especialista em Controle de Tráfego Aéreo José Airton Patrício, para o Laboratório de Simulação (LABSIM) do Instituto de Controle do Espaço Aéreo (ICEA), com a incumbência de acompanhar o fluxo de aeronaves durante os exercícios propostos e calcular in loco a capacidade dos setores de espaço aéreo diante da nova circulação.

"Nossa presença no ambiente de simulação representa não só a efetivação de uma atividade de gerenciamento, mas também uma forma de demonstrar que estamos todos juntos e que, sobretudo, não há outro resultado esperado que não seja o de uma operação segura e com fluidez", afirmou o Capitão Patrício.

No tocante ao Gerenciamento de Fluxo de Tráfego Aéreo (ATFM), os membros do CGNA puderam avaliar os possíveis impactos oriundos da mudança, bem como as consequências da aplicação de medidas ATFM em prol de um melhor sequenciamento de aeronaves. Quanto ao Gerenciamento do Espaço Aéreo (ASM), os especialistas deram ênfase ao controle efetivo do tempo de comunicação entre o piloto e o órgão de controle, da quantidade de aviões e do tempo de permanência desses tráfegos nos setores.

“A medida da capacidade, no período de treinamento, proporcionou a possibilidade de gerar novos parâmetros para algumas porções do espaço aéreo. Como estamos falando em reestruturação, não há como deixar de fazer tais medições. A atuação do CGNA, junto ao PBN-Sul, foi imprescindível”, ressaltou o Primeiro-Tenente Especialista em Controle de Tráfego Aéreo Joaquim Tavares Lobo Júnior.

A Circular de Informações Aeronáuticas (AIC N 31/2017) apresenta todas as especificidades referentes à nova circulação aérea nas áreas terminais de São Paulo, Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis, bem como as mudanças nas Regiões de Informação de Voo (FIR) de Brasília e Curitiba. Por meio do link AIS Web, constante no site do DECEA, as cartas de rotas atualizadas e os novos procedimentos e poderão ser consultados.

A responsabilidade do Comando da Aeronáutica pelo controle dos voos no espaço aéreo brasileiro é inerente a 22 milhões de quilômetros quadrados, a chamada Dimensão 22.

A implementação do PBN-Sul, demonstra, acima de tudo, o cumprimento das normas e o vínculo do Estado brasileiro ao que é preconizado pelas autoridades internacionais.

Texto: 2º Ten Esp CTA Eduardo Silva

Ocorreu nos dias 17 e 18 de outubro, nas dependências do Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA), a 5ª Reunião do Grupo de Implementação Regional da Rede de Intercâmbio de Informações sobre ATFM para as Américas (CADENA). A comissão de implementação é coordenada pela Organização Civil de Serviços de Navegação Aérea (CANSO).

 

Os membros da equipe foram recepcionados pelo Chefe do Subdepartamento de Operações do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), Brigadeiro do Ar Luiz Ricardo do Nascimento e, após conhecerem a estrutura, um pouco da rotina e as atividades realizadas pelo DECEA e por suas unidades subordinadas, seguiram para o CGNA.

Dentre os objetivos do evento, destacaram-se a definição do futuro da CADENA para os próximos 3 anos, a compreensão sobre o Gerenciamento das Informações do Sistema (SWIM) e o aprimoramento de ferramentas para uma melhor prestação do serviço de Gerenciamento de Tráfego Aéreo (ATM).

 

Estiveram presentes representantes da Federal Aviation Administration (FAA), Empresa Argentina de Navegação Aérea (EANA) e do Instituto Dominicano de Aviação Civil (IDAC). Além dos componentes estrangeiros, participaram do encontro o Capitão José Airton Patrício, Tenente Joaquim Tavares Lobo Júnior e os Sargentos Christian Mills e José Maurício da Conceição Rocha, especialistas em Controle de Tráfego Aéreo e pertencentes ao efetivo do CGNA.

"O Grupo de Implementação Regional CADENA vem realizando um excelente trabalho. Conforme relato do Sr. Joe Hof, representante da FAA, nenhum grupo avançou tanto, e tão rápido, na implementação de uma rede de troca de informações ATFM. O CGNA, além de representar o DECEA, é uma referência na Região da América do Sul”, ressaltou o Sgt C Rocha.

O grupo CADENA foi instituído no ano de 2016 e desde então tem contado com a participação do CGNA.

Texto: 2º Ten Esp CTA Eduardo Silva
Fotos: 2S SIN Roberta

O dia 20 de outubro, dedicado a homenagear, internacionalmente, o Controlador de Tráfego Aéreo, foi escolhido quando da realização, nessa mesma data, do primeiro encontro internacional de Controladores de Tráfego Aéreo, no ano de 1960, na Grécia.

Naquela oportunidade, portanto, há quase seis décadas, já se vislumbrava a importância basilar do Controlador de Tráfego Aéreo para o desenvolvimento da Navegação Aérea no mundo, sendo reconhecido como um profissional de raciocínio rápido e de controle emocional diferenciado, sagaz em antever situações, com alto grau de concentração e senso de responsabilidade elevado, características exigidas no desempenho de sua função.

Na busca da excelência desses profissionais, no Brasil, os controladores de tráfego aéreo são selecionados, capacitados e treinados para garantir a segurança, a fluidez e a ordenação do tráfego aéreo em padrão internacional e de acordo com o que é preconizado pela Organização de Aviação Civil Internacional, o que os licencia a atuar em qualquer órgão de controle de tráfego aéreo do mundo, haja vista sua formação completa realizada em modernas instalações como as existentes na Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR) e no Instituto de Controle do Espaço Aéreo (ICEA).

Todas essas caraterísticas inatas do Controlador de Tráfego Aéreo, complementadas pela sua formação e por uma capacitação continuada, são exigências de um profissional que se dedica a planejar, ordenar e controlar meios aéreos que não somente transportam vidas mas, também, a garantia da continuidade de vidas com o transporte de órgãos humanos, além de movimentar e integrar a economia global.

Ademais dessa integração do espaço aéreo brasileiro, não podemos esquecer a importância desse profissional na garantia da soberania do nosso espaço aéreo, exercida com o apoio dos meios aéreos da aviação de caça, de reconhecimento e de transporte, ou no próprio gerenciamento e controle do fluxo aéreo nacional, além da participação fundamental no sucesso das missões de Busca e Salvamento, todos exemplos da imprescindível expertise incorporada pelo Controlador de Tráfego Aéreo, ao longo dessas mesmas décadas, em suas atribuições que contribuem, de forma ímpar, para a constante evolução do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro.

Nesse contexto, e ao reconhecer a especificidade dos Serviços de Tráfego Aéreo, sua importância no cenário nacional e internacional e os desafios que rotineiramente se apresentam a esses “Anjos da Aviação”, não tenho dúvidas de que a operacionalização de futuros conceitos de controle, em constante evolução na Organização de Aviação Civil Internacional e aplicados no Brasil, como, por exemplo, nos projetos de Órgãos de Controle remotos, capitaneados pela Força Aérea Brasileira, ou mesmo durante a realização de novos eventos como foram os da magnitude dos Jogos Olímpicos Rio 2016, encontrará sempre o nosso efetivo de Controladores de Tráfego Aéreo capacitado, motivado e cônscio da importância de adaptar-se continuamente a um Sistema de Gerenciamento de Tráfego Aéreo moderno, eficiente e em condições de atender à demanda crescente de nosso País.

Assim, cumprimento todos controladores, mulheres e homens, civis e militares, profissionais cuja rotina diária e anônima é a de colaborar na garantia da segurança e da fluidez da Navegação Aérea no espaço aéreo brasileiro e de contribuir para o progresso, integração e defesa de nossa imensa nação.

Parabéns, Controlador de Tráfego Aéreo!

Ten Brig Ar JEFERSON DOMINGUES DE FREITAS
Diretor-Geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo - DECEA

Com a finalidade de agregar conhecimentos no que concerne ao aprimoramento dos recursos humanos no âmbito operacional, alunos do Curso de Gestão de Recursos de Defesa (CGERD) visitaram, no dia 19 de outubro, o Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA).

A capacitação, que está na 12ª edição, é ministrada pela Escola Superior de Guerra (ESG) em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), com o objetivo de apresentar os conceitos de defesa no Estado moderno, baseados no Poder Nacional, nas Relações Internacionais, Políticas e na Gestão dos Recursos Públicos.

O curso, sediado nas instalações da FIESP - SP, ocorreu no período de 12 de setembro a 01 de novembro, sob a coordenação do Coronel de Comunicações R/1 Luiz Cláudio de Souza Gomes e contou com a participação de 38 alunos, sendo 11 Oficiais superiores das Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica) e 27 civis pertencentes ao Departamento de Polícia Federal (DPF), Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), Tribunal Regional do Trabalho 2ª Região (TRT 2ª região), Amazônia Azul Tecnologia e Defesa S/A, Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG), Soluções Tecnológicas  (IACIT), Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e Banco do Brasil.

O Coronel Aviador Ricardo Luiz Dantas de Brito, Chefe do CGNA, deu as boas-vindas ao grupo e ministrou palestra acerca das atividades desempenhadas no órgão e sobre a concepção operacional do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA).


Após as instruções, a equipe pôde conhecer todos os setores da Divisão de Operações (DO) e, também, acompanhar as ações desenvolvidas no Salão Operacional.

“Conhecer as instalações do Centro foi muito gratificante e enriquecedor profissionalmente. Depois que conhecemos o trabalho de vocês na prática, percebemos que o transporte aéreo funciona de forma eficaz e segura”, ressaltou o agente administrativo Fábio Pontes Santos, do Tribunal Regional do Trabalho.

Além das atividades realizadas no CGNA, a turma visitou o Centro Tecnológico do Exército (CTEx) e o Instituto de Pesquisa da Marinha (IPqM).

Texto e Fotos: 2S SIN Roberta

Na última quinta-feira, dia 14 de setembro, o Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA) recebeu Controladores de Tráfego Aéreo (ATCO), da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária - INFRAERO, pertencentes à Estação Prestadora de Serviços de Telecomunicações e de Tráfego Aéreo (EPTA) de Jacarepaguá - TAJR. A visita objetivou o aprofundamento no que tange às normas inerentes ao Serviço de Gerenciamento de Fluxo de Tráfego Aéreo (Serviço ATFM).

As EPTA têm por finalidade a prestação dos serviços de Controle de Tráfego Aéreo, por meio dos Controles de Aproximação (APP) e das Torres de Controle de Aeródromo (TWR), dos Serviços de Informação de Voo, de Informação de Voo de Aeródromo (AFIS) e de Alerta; bem como o apoio à navegação aérea e às operações de pouso e de decolagem em plataformas marítimas.

 

Os Controladores da INFRAERO, também conhecidos como Profissionais de Tráfego Aéreo (PTA), sob a coordenação da Gerente da TAJR, Andrea de Araujo Cavalcanti, foram recebidos pelo Chefe da Divisão Técnica do CGNA, o Tenente-Coronel Aviador Marcelo Jorge Pessoa Cavalcante, que deu as boas-vindas e enfatizou a importância da visita. Logo após, o Segundo-Tenente Especialista em Controle de Tráfego Aéreo Eduardo Araujo da Silva ministrou instrução sobre a missão da organização, as atividades regimentais, o ciclo ATFM e o processo de Tomada de Decisão Colaborativa (CDM).

No contexto da normatização e das rotinas operacionais, o Chefe do Centro de Operações Táticas e Tomada de Decisões Colaborativas (COTDC), Capitão Especialista em Controle de Tráfego Aéreo Alexandre Rodrigues de Brito, palestrou acerca das atividades realizadas junto ao Salão Operacional, pontuando os principais tópicos da Instrução do Comando da Aeronáutica que estabelece o Serviço ATFM (ICA 100-22).

Após as palestras, todos foram levados até o Salão Operacional e lá puderam observar as ações provenientes de um CDM, em tempo real. “A interação entre os órgãos é o início de qualquer trabalho conjunto. Temos uma imensa satisfação em acompanhar de perto o gerenciamento das operações. O CGNA se apresenta muito além das nossas expectativas”, ressaltou a Coordenadora de Segurança Operacional da TAJR, Bárbara Sbruzzi Martignoni.

“Como Gerente de Fluxo, ratifico a imprescindibilidade de termos essa interação. Assim como, para eles, há um ganho no tocante ao contato com as normas e procedimentos vigentes; para nós, é de grande valia conhecer o cenário operacional no qual eles atuam”, ressalta o Capitão Brito.

Há a previsão de palestras futuras envolvendo a concepção ATFM do Centro. Vislumbra-se que, com isso, não só os membros da INFRAERO se familiarizem, mas também outras entidades civis e militares.

Texto: 2º Ten Esp CTA Eduardo Silva
Foto: S2 SSG Edvaldo

 

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