AFA, o Ninho das Águias!
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Origem da Aviação
Read moreTudo começou com o sonho de voar e com as invenções do brasileiro e Pai da Aviação, Marechal do Ar Alberto Santos Dumont, que conduziram o homem aos céus. A dirigibilidade dos balões, em 10 de outubro de 1901, o voo do mais pesado que o ar com o 14-Bis, em 23 de outubro de 1906, e a obra-prima Demoiselle, de 1909 — um dos primeiros aeroplanos do mundo, dotado de cauda vertical para maior estabilidade e controle — foram feitos que revolucionaram definitivamente a aviação.
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Primórdios da Aviação Militar
Read moreEsses são momentos da história que nos trouxeram até o Arsenal de Marinha, no cais da Praça Mauá/RJ, em 23 de Agosto de 1916, com a criação da Aviação Naval Brasileira, pelo decreto nº 12.167, permitindo a Marinha Brasileira atuar no teatro de operações aéreas da Primeira Guerra Mundial (1914 - 1918). No entanto, chegaram ao Brasil em 9 de julho de 1916 as primeiras aeronaves Curtiss na Ilha das Enxadas, sede da primeira Base Aérea da Força Naval.
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Escola de Aviação Militar
Read moreMais tarde, em 10 de julho de 1919, foi inaugurada a Escola de Aviação Militar do Exército Brasileiro, pelo Decreto nº 13.451, com a orientação técnica da Missão Militar Francesa, no Campo dos Afonsos/RJ. Na época foram adquiridos aviões franceses Nieuport 21E1 e Nieuport 21E2, aeronaves utilizadas na Primeira Guerra Mundial, para operacionalizar a instrução aérea na recém-criada (EAvM) que formou a 1ª Turma de Pilotos Militares em 22/01/1920.
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Nasce a Arma de Aviação
Read moreCom a eclosão da Segunda Guerra Mundial (1939 - 1945), a utilização de aeronaves se tornou imperativo para o sucesso das operações militares. Portanto, em 20 de janeiro de 1941, o Governo Brasileiro resolveu instituir o Ministério da Aeronáutica, por meio do Decreto-Lei nº 2.961, de 20 de janeiro de 1941, para centralizar em uma única instituição esse importante vetor de guerra, cujo primeiro Ministro foi o advogado e político Joaquim Pedro Salgado Filho. Além de marcar o início da formação dos Oficiais Aviadores, base da atividade aérea militar.
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A Águia Voou
Read moreJá em 1942, alguns fatores como o crescimento urbano, o aumento do tráfego aéreo e a topografia da região do RJ, tornavam as manobras aéreas cada vez mais complexas.
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Surge uma Fazenda na Aeronáutica
Read moreEm 1944, pelo Decreto nº 13.882, o Governo do Estado de São Paulo, sob a intervenção de Dr. Fernando Costa, declarou de utilidade pública uma área de aproximadamente 6.502 hectares, composta pelas fazendas Barra, Pedra Branca e Varjão, além de 11 sítios, destinando-a ao Ministério da Aeronáutica. Parte do acordo estabelecia que as terras deveriam permanecer produtivas, dando origem à Fazenda da Aeronáutica de Pirassununga (FAYS).
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Curso de Formação de Oficiais Intendentes
Read moreCriação do Curso de Formação de Oficiais Intendentes, ampliando a capacidade de apoio logístico e administrativo da Força.
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Destacamento Precursor
Read moreDessa maneira, a partir da década de 1960, a cidade de Pirassununga/SP foi escolhida para receber o Destacamento Precursor da Escola de Aeronáutica, com a missão de preparar as novas instalações em uma área de 6.510 hectares, com perímetro de 38,2 km. Ali se consolidou, anos depois, a sede definitiva da Academia da Força Aérea — um espaço concebido para formar gerações de líderes e aviadores militares.
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Da Escola à AFA
Read moreEm 10 de julho de 1969, foi assinado o decreto nº 64.800, institucionalizando que a Escola de Aeronáutica passaria a ser denominada Academia da Força Aérea (AFA).
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Mudança na Grade Curricular
Read moreEm 1970, houve uma grande modificação na formação dos oficiais aviadores, com a criação do Centro de Formação de Pilotos Militares (CFPM), localizado em Parnamirim/RN. A criação do CFPM significou, na prática, o aumento de um ano na formação, pois, após a conclusão do curso na Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR), o aluno era matriculado diretamente em Parnamirim, onde cursava por um ano como aluno, e, em seguida, ingressava na AFA como cadete, onde cumpria mais três anos até ser declarado Aspirante. Os candidatos civis que não haviam cursado EPCAR, ingressavam, mediante concurso público, diretamente no CFPM. Naquele Centro, nos anos de 1970, 71 e 72, os alunos voaram as aeronaves T-23 Uirapuru e T-37C Tweety Bird; e no ano de 1973, T-23 e T-25 Universal. O CFPM teve vida curta, sendo extinto ao final de 1973, quando toda a formação passou para a AFA, em quatro anos.
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A Águia voou e encontrou seu Ninho
Read moreEm seguida, a transferência da Academia do Rio de Janeiro para o interior paulista foi concluída definitivamente em 1971. E, desde então, permanece firme no propósito de formar os futuros líderes da Força Aérea Brasileira, do Ninho das Águias, para servir à nação.
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Instalação de Novos Esquadrões de Voo
Read moreFoi criado o 2º Esquadrão de Instrução Aérea (2º EIA) em 16/02/1976, sendo o primeiro contato do cadete com a aeronave T-23 (Uirapuru), considerado o estágio de instrução primária. Apesar da atividade de voo a vela na AFA ter iniciado em 1972, com a criação do Clube de Voo a Vela, com apoio das autoridades da Academia. Foi institucionalizada apenas em 12/11/1976, por decisão do Comando da AFA. Em 2018, passou a denominar-se Esquadrão de Voo a Vela.
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Curso de Formação de Oficiais de Infantaria da Aeronáutica
Read moreimplantação do Curso de Formação de Oficiais de Infantaria da Aeronáutica, fortalecendo a defesa e a proteção das instalações e meios da FAB.
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✈ T-27 Tucano
Read moreÀs 16h, do dia 29 de setembro de 1983, pousou no Ninho das Águias o FAB 1303, primeiro T-27 da Força Aérea Brasileira com o Sr. Ten. Brig. Ar Délio Jardim de Mattos, Ministro da Aeronáutica da época no assento traseiro, e o então Diretor do CTA, Sr. Maj. Brig. Ar Lauro Ney Menezes, no assento dianteiro que também comandou a Academia no período de 1979 a 1981.
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Ingresso Feminino na AFA
Read moreA Turma Venator tornou-se a primeira a incluir mulheres no Curso de Formação de Oficiais Intendentes, com 15 oficiais pioneiras, integrando o processo de ampliação da presença feminina na FAB, iniciado na década de 1980.
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Mulheres ingressam no Curso de Aviação
Read moreA AFA deu um passo histórico com a inclusão de mulheres no Curso de Formação de Oficiais Aviadores, na Turma Therion, consolidando a participação feminina na formação de pilotos militares. No mesmo contexto, a então Cadete Gisele Cristina Coelho de Oliveira tornou-se a primeira piloto militar a voar sozinha em uma aeronave da FAB.
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Primeira Instrutora de Voo
Read moreA Tenente Aviadora Juliana Barcellos Silva foi a primeira Oficial Aviadora a desempenhar a função de Instrutor de Voo na AFA, marco significativo na carreira aeronáutica feminina.
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✈ T-27M Tucano
Read moreModernização do T-27, incorporando novos sistemas de navegação e aviônicos, mantendo a aeronave atualizada para a instrução aérea básica.
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Primeira Cadete Aviadora a solar no T-27M
Read moreEm celebração ao Dia Internacional da Mulher (8 de março), a Cadete Aviadora Laniz França Machado Sartorelli Ferreira tornou-se a primeira Cadete Aviadora a solar no T-27M, integrando também a primeira turma de alunas oriundas da EPCAR.
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✈ T-25M Universal
Read moreVersão modernizada do T-25, com a incorporação de novos sistemas aviônicos, assegurando a continuidade da instrução aérea primária com elevados padrões de segurança e eficiência.
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Mulheres na Infantaria da Aeronáutica
Read morePassou a ser possível a inscrição no Exame de Admissão à AFA também para o Curso de Infantaria, ampliando ainda mais as oportunidades no Ensino Militar Aeronáutico.
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