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Missão:

Manter nossas equipagens e equipes de manutenção capacitadas para o emprego em combate em períodos de conflito e, durante a paz, adestrar-se para a execução do transporte aéreo de pessoal e de material, a fim de atender movimentos de articulação de forças militares para pronto emprego na área do Segundo Comando Aéreo Regional (II COMAR).

História:

A história do Segundo Esquadrão de Transporte Aéreo (2º ETA) - Esquadrão Pastor - remonta à década de 60, tendo sido criado através da Portaria R-2/GM-3, de 12 de maio de 1969, com sede na Base Aérea do Recife e subordinação operacional ao Comando de Transporte Aéreo, iniciando suas atividades em 01 de junho de 1969.

Em 14 de agosto de 1969, passou à subordinação do Núcleo do Comando da Primeira Força Aérea de Transporte Aéreo, voltando a subordinar-se, em 11 de maio de 1972, ao Comando de Transporte Aéreo, conforme Portaria R-14/GM-3. A partir de 05 de dezembro de 1979, pela portaria ministerial 253/GM3, a Unidade Aérea passou a subordinação operacional do Segundo Comando Aéreo Regional - II COMAR.

Missão

A Base Aérea de Fortaleza (BAFZ), Organização do Comando da Aeronáutica (COMAER), criada pelo Decreto nº 3.302, de 22 de maio de 1941, tem por finalidade prover o apoio necessário às Unidades Aéreas e Unidades de Aeronáutica que nela operem, permanente ou temporariamente, ou que nela estejam sediadas.

História

A Base Aérea de Fortaleza, criada pelo Decreto nº. 22.735, de 15 de maio de 1933, com a denominação de 6º. Regimento de Aviação, teve seu Núcleo ativado em 21 de setembro de 1936, quando recebeu seus três primeiros aviões "WACO" F-5, e, como seu primeiro comandante, o então Capitão Aviador José Sampaio de Macedo, cearense da cidade do Crato, falecido em 1992. Em 1939, o Núcleo passou a constituir o 6º. Corpo de Base Aérea.

A atual denominação de Base Aérea de Fortaleza data de 22 de maio de 1941, quando da organização da Força Aérea Brasileira. Em 1942, durante a Segunda Guerra Mundial, a Base Aérea participou ativamente do patrulhamento do Atlântico Sul, operando com aviões de Caça "CURTISS" P-36, P-40 "TIGRE VOADOR" e com os Bombardeiros A-28A "HUDSON".

Missão

A Base Aérea de Natal (BANT) tem por finalidade prover o apoio necessário às unidades aéreas e unidades de Aeronáutica que nela operam, permanente ou temporariamente, ou que nela esteja sediadas. A BANT é diretamente subordinada ao Comandante do Segundo Comando Aéreo Regional. A BANT tem sede em Parnamirim, Estado do Rio Grande do Norte.

História

Em 2 de março de 1942, em plena Segunda Guerra Mundial, foi criado pelo governo brasileiro o Núcleo da Base Aérea de Natal. A ativação da BANT ocorreu no dia 7 de agosto do mesmo ano. Em novembro do mesmo ano, passaram a conviver no mesmo aeródromo, em “Parnamirim Field”, duas Bases Aéreas. A brasileira, localizada no Setor Oeste do aeródromo, e a americana no Setor Leste. Era o Trampolim da Vitória, assim chamado por ser ponto obrigatório de passagem das aeronaves aliadas que se destinavam ao Teatro de Operações da África.

Ao término da Guerra, a Base Aérea de Natal passou a ocupar as instalações da Base Americana. As edificações da chamada Base Oeste tiveram, no decurso do tempo, as mais diferentes finalidades, tais como: Centro de Instrução Militar e Centro de Formação de Pilotos Militares (CFPM), ativado em 06 de março de 1970, com a desativação da Base Aérea de Natal.

Missão

Prover o apoio necessário às unidades aéreas e unidades de aeronáutica que nelas operem, permanente ou temporariamente, ou que nela estejam sediadas.

História

A história da Base Aérea de Recife nos remete ao ano de 1927, quando Paul Vachet, piloto-chefe da CGA (Compagnie Générale Aéropostale), desembarcou em Recife no dia 21 de julho daquele ano e escolheu o campo do Ibura, o qual, anos mais tarde, daria lugar a mais antiga Base da Força Aérea Brasileira.

Poucos anos mais tarde, o General Manoel Rabelo, comandante da 7° Região Militar, solicitou a então Diretoria da Aviação Militar que fosse estudado um local para abrigar o campo de pouso para aviação militar, na cidade do Recife. A escolha recaiu sobre o Campo do Ibura, onde a Aéropostale, já conhecia como Air France, vinha operando desde meados de 1927. O Governo do Estado de Pernambuco desapropriou os terrenos adjacentes ao Campo do Ibura e os cedeu ao Ministério da Guerra, com a finalidade de sediar o 6° Regimento de Aviação, criado pelo Decreto 22.591, de 29 de março de 1933.

Missão

Prover o apoio necessário às Unidades Aéreas e de Aeronáutica que nela operem permanente ou temporariamente, ou que nela estejam sediadas.
2.1.1 MISSÕES DEDUZIDAS
As missões deduzidas serão os Objetivos Gerais a serem perseguidos pelos Esquadrões e pelas Seções vinculadas diretamente ao Comando da BASV. Esses objetivos, por sua vez, deverão estar pautados nas atividades de execução, de coordenação e de supervisão, com vistas a contribuir efetivamente para o cumprimento da missão da BASV.

Missão

Cumprir, em situações de conflito, as atividades de infantaria em combate e,em tempos de paz, aquelas que forem atribuidas.

História

Com a criação do então Ministério da Aeronáutica, em 20 de Janeiro de 1941, unindo a aviação militar com a aviação naval, houve a necessidade da ativação, no ínicio, de seis companhias de infantaria de guarda, com a finalidade de proteger o patrimonio, os equipamentos e o pessoal da mais jovem Força Armada, a Força Aérea Brasileira. Essa ativação deu-se no dia 11 de Dezembro de 1941, e hoje nessa data, é comemorado o “Dia da Infantaria da Aeronáutica”.

Para compor o Quadro de Infantaria de Guarda (Q IG) na Força Aérea, foram transferidos Oficiais e Praças do glorioso Exército Brasileiro, sendo estes os pioneiros na formação do perfil militar dos “Fabianos”, os quais deixaram como legado a nobre missão de instruir os primeiros passos àqueles que incorporam na Força, ensinando o exercício da liderança, o espírito de corpo, o respeito às leis, às normas, aos regulamentos, etc.

Em 1983 o então Ministro da Aeronáutica, Ten Brig do Ar Délio Jardim de Mattos, vislumbrou uma necessidade da Força Aérea e criou os Batalhões de Guarda e Segurança (BGS) que num segundo ato passaram a ser denominados Batalhões de Infantaria da Aeronáutica (BINFA). A partir daquele embrião (BGS) e com a evolução natural em busca do aperfeiçoamento, foram criados os atuais Batalhões de Infantaria da Aeronáutica Especiais (BINFAE).

Nesse contexto, o Batalhão de Infantaria da Aeronáutica Especial de Recife (BINFAE-RF) foi criado através da portaria R-904/GC3, de 11 de Outubro de 2005, do Comandante da Aeronáutica, ficando subordinado ao Segundo Comando Aéreo Regional (II COMAR).

O BINFAE-RF reuiniu numa única Organização Militar as seguintes Unidades de Infantaria já existentes naquele ano:

- o Batalhão de Infantaria da Aeronáutica do II COMAR (BINFA-12)

- o Batalhão de Infantaria da Aeronáutica da BARF (BINFA-32)

- a Companhia de Infantaria da Aeronáutica Isolada (CINFAI) do PAMA-RF.

O BINFAE-RF também é conhecido por Batalhão Guararapes por se encontrar localizado no sopé dos Montes Guararapes, leito de nossos bravos heróis e berço da nossa querida Pátria Brasil.

O Batalhão Guararapes foi a primeira Organização Militar da Força Aérea Brasileira a enviar tropa de infantaria para cumprir Missão de Paz da Organização das Nações Unidas. A fração de Tropa do Batalhão Guararapes esteve presente no Haiti, durante o primeiro semestre de 2011 onde cumpriu com louvor as missões que lhe foram confiadas.

Contato:

http://www.binfaerf.intraer 

 

Missão

A Prefeitura de Aeronáutica de Recife (PARF), Organização de Comando da Aeronáutica (COMAER), criada pela Portaria nº 245, de 26 Junho de 1946, ativada pela Portaria nº 32, de 2 de Abril de 1975 e regida pelos dispositivos do Decreto nº 73.530, de 22 de janeiro de 1974, tem por finalidade executar as atividades de administração dos imóveis residencias sob sua responsabilidade, proporcionando moradia de qualidade, que ofereça conforto aos permissionários e seus dependentes.

História

Criada através da Portaria Ministerial nº 245 de 26 de junho de 1946, com sede instalada na Base Aérea de Recife e transferida para novas instalações em 19 de janeiro de 2000, o antigo canteiro de obras da construtora ENCOL, junto ao QG do Segundo Comando Aéreo Regional, ao qual está diretamente subordinada.

Contato:

http://www.parf.intraer

 

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