Ir direto para menu de acessibilidade.
Portal do Governo Brasileiro
Página inicial > Unidades Sediadas
Início do conteúdo da página

 

            O Segundo Esquadrão do Décimo Grupo de Aviação, Esquadrão Pelicano é uma Unidade Aérea sediada na Base Aérea de Campo Grande, que tem como missão a manutenção do preparo técnico-profissional necessário e suficiente para realizar missões de Busca e Salvamento de aeronaves e embarcações sinistradas ou desaparecidas.

           Com marcante atuação em todo o território nacional e no exterior, ao longo de sua história, o Esquadrão Pelicano é a única Organização Militar das Forças Armadas cuja função precípua é a salvaguarda da vida humana. Ao longo de mais de 54 anos de existência, tem atuado em diversas missões de resgate, desde as menos conhecidas até aquelas de extensa divulgação na mídia, como as buscas ao VARIG 254, em 1989, ao GOL 1907, em 2006 e ao AIR FRANCE 447, em 2009. Paralelamente, atua no atendimento às populações atingidas por desastres naturais como aconteceu no terremoto no Peru em 1972, enchentes na Bolívia em 2007 e, dentro do território nacional, nas enchentes da Região Serrana do Rio de Janeiro, em Santa Catarina e recentemente no Estado do Acre.

          Prontidão é o permanente estado de alerta em que as equipagens deste Esquadrão mantêm diuturnamente a mais de 54 anos, garantindo assim a confiabilidade do resgate a qualquer tempo e em qualquer lugar aonde os Pelicanos forem chamados.

“Para que outros possam viver... BUSCA!!!”

 

O núcleo para a criação do 3o/3o GAV foi ativado em Dezembro de 2003, utilizando-se dos meios da extinta 2ª ELO, que até então, estava sediada em Santa Cruz, na cidade do Rio de Janeiro. No dia 31 de janeiro de 2004, aviões e pilotos da esquadrilha decolaram para seu novo destino: Campo Grande - a Cidade Morena.

Pouco tempo se passou e, exatamente no dia 11 de Fevereiro, por meio da portaria 48 / GC3, o 3º/3º GAV foi oficialmente ativado e tornou-se a mais nova unidade da aviação de caça da Força Aérea Brasileira.

No início, a unidade não possuía suas próprias instalações físicas, porém, contou com o auxílio da BACG e dos Esquadrões Pelicano e Onça, que cederam os meios que, inicialmente, possibilitaram o cumprimento da missão que lhe foi atribuída.

Enfim, em 14 de janeiro de 2008, o hangar do Esquadrão Flecha foi inaugurado e, hoje, a unidade orgulha-se em possuir instalações modernas e que fornecem as condições ideais para que a defesa do espaço aéreo brasileiro, na região centro-oeste, seja mantida diuturnamente.

A organização conta, atualmente, com um efetivo aproximado de 150 militares, empenhados e conscientes da importância da missão que foi designada aos flechas e emprega as modernas aeronaves A-29 (super-tucano), que em muito aumentaram o poder de fogo desse glorioso membro da sentinela do pantanal.

Flecha, ao ar, à Caça, Brasil !!! O céu te pertence

        Em idos de 1943, na antiga escola de aeronáutica, no campo dos afonsos, surge a figura ímpar de Achile Garcia Charles Ástor, instrutor de ginástica acrobática para os cadetes da Aeronáutica e, ainda, introdutor do paraquedismo no Brasil.


        Charles Ástor abriu novos horizontes, ao semear a ideia de utilização do pára-quedista nas operações de salvamento, ideia não aceita de início, pois o paraquedismo naquele tempo era pouco difundido e o material disponível era escasso, bem como de pouca qualidade.

         No ano de 1946, a delegação brasileira presente à convenção da organização de aviação civil internacional apresenta, em plenário, a proposta de utilização de pára-quedistas em missões SAR; ideia acatada de imediato.


         Em consequência  no ano de 1959, forma-se a primeira turma de paraquedistas militares da aeronáutica, visando o cumprimento de missões especiais, missões de misericórdia, socorro imediato a acidentes aeronáuticos e marítimos, dentre outras mais, todas essas em locais de difícil acesso.

        A queda de uma aeronave (PP-AKF) da real, nas proximidades de cachimbo, motivou o acionamento imediato da que seria a primeira equipe aeroterrestre de salvamento. A partir daí, a aplicação desta equipe, tornou-se não só realidade, mas sim uma necessidade.

        Nascendo como organização militar, em 1963, a 1ª Esquadrilha Aeroterrestre de Salvamento, o “PARASAR” (paraquedistas de salvamento e resgate), era composta por militares que serviam nas bases dos Afonsos e Cumbica.

        Com o aumento do tráfego aéreo no Brasil , a Força Aérea Brasileira decidiu investir na criação de uma unidade maior, visando o aprimoramento dos conhecimentos e maior profissionalização de seus integrantes, culminando, então, no surgimento do Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento, unidade com a missão de realizar a instrução especializada para os tripulantes e equipes de busca e resgate (SAR) das organizações militares bem como a realização de ações relacionadas com a atividade de busca e resgate, a execução de Operações Especiais e outras que lhe fossem determinadas.

        Decorridos vários anos de criação do PARA-SAR, a coragem o orgulho e a dedicação dos audazes militares do PARA-SAR que dedicaram seu sangue na consolidação dos ideais da unidade permanecem vivos nas missões realizadas ontem, hoje e sempre!!! 

Nossa Lida, Vossa Vida!

BRASIL!

Fim do conteúdo da página