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O Quinto Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (5º/8º GAV), o Esquadrão Pantera, está na Base Aérea de Florianópolis (BAFL) treinando resgate de vítimas no mar.

Os exercícios visam ao aprimoramento dos métodos de busca e resgate da Força Aérea Brasileira (FAB), utilizados em acidentes em mar e terra ou em caso de desastres naturais, como nas enchentes ocorridas em Santa Catarina no ano de 2008. O esquadrão faz simulações de resgate de pessoas na água por meio do método de içamento inglês KAPOFF, em que o resgate acontece com rapidez, eficiência e segurança.

É da qualificação operacional das tripulações que depende o sucesso de uma operação de resgate: a padronização de procedimentos e o entrosamento das equipes são decisivos. Durante a missão, os pilotos nem sempre veem a vítima. “O operador de equipamentos que indica ao piloto a posição em que o helicóptero deve estar para a descida do guincho e dos homens SAR. É um trabalho em equipe”, explica o 2° Sgt SIN Jeferson Sagrillo Marchi, do 5°/8° GAV.

Nos dias de exercícios, aproximadamente 100 militares trabalharão cerca de 12 horas por dia para que, ao final do exercício, tenham cumprido cerca de 300 simulações. Quatro helicópteros H-60 Black Hawk voam sobre as baías norte e sul da ilha de Santa Catarina, inclusive à noite, com utilização de Óculos de Visão Noturna (NVG).

Durante o treinamento, o Esquadrão Pantera recebeu a visita de alunos das escolas Dom Jaime, do Ribeirão da Ilha e da Avalon Evolutive School, da Lagoa da Conceição. As crianças e adolescentes, além de visitarem os helicópteros, aprenderam sobre o trabalho de resgate realizado pelo 5°/8° GAv. “É gratificante poder explicar um pouco do nosso trabalho. Eu também sou de Florianópolis, porém, quando criança, nunca tive o contato com os helicópteros. Hoje estou podendo cultivar a curiosidade e os sonhos dessas crianças, e quem sabe, algumas delas podem fazer parte do futuro da Força Aérea Brasileira." - disse o 2° Ten Av Josué Marcos Coelho Gonçalves, piloto do Black Hawk.

 

 

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