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Evento contou com a presença do atual corpo docente e de professores aposentados

A Escola Preparatória de Cadetes do Ar homenageou, nesta terça-feira (16/10), o seu corpo docente e professores aposentados, em um evento realizado no clube dos oficiais.

Durante a cerimônia, o Cel Av José Mauro Carvalho da Costa, Chefe da Divisão de Ensino, entregou uma lembrança às educadoras que se despediam desta Escola e agradeceu a todas pelos anos dedicados à educação dos alunos. "Vocês têm um significado grandioso na vida de todos nós, principalmente pelo fato de cumprirem a nossa missão principal, ensinando o aluno para que ele possa seguir e exercer todas as funções profissionais na carreira militar."

A professora Maria Auxiliadora Brandão Campos, muito emocionada pela despedida após 21 anos de dedicação e comprometimento na Nascente do Poder Aéreo, comentou:  "Agradeço à EPCAR pelos anos trabalhados nesta nobre instituição militar, principalmente a todos os alunos que me valorizaram como profissional, e aos amigos que deixo na certeza de ter conseguido alcançar todos os objetivos almejados no passado, em 1997."

As comemorações se encerraram com a leitura da ordem do dia do Diretor da DIRENS, Maj Brig Ar Rui Chagas Mesquita, em homenagem à passagem do Dia do Professor, feita pelo Cel Av Mauro Bellintani, Comandante da EPCAR, convidando os presentes para prestigiarem o lançamento do livro "dos Sete aos Setenta - Na Janela das Memórias" do professor Geraldo Ribeiro da Fonseca, e reverenciando mais uma vez a importância do trabalho dos professores na formação dos alunos, preparando-os, principalmente, para vida e ingresso no Curso de Oficiais Aviadores.

Dia do Professor

No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Teresa de Ávila), Pedro I, Imperador do Brasil baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. Esse decreto falava basicamente da descentralização do ensino, do salário dos professores, das matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até sobre como os professores deveriam ser contratados.
A primeira contribuição da Lei de 15 de outubro de 1827 foi a de determinar, no seu artigo 1º, que as Escolas de Primeiras Letras (hoje, ensino fundamental)  deveriam ensinar, para os meninos, a leitura, a escrita, as quatro operações de cálculo e as noções mais gerais de geometria prática. Às meninas, sem qualquer embasamento pedagógico, estavam excluídas as noções de geometria. Aprenderiam, sim, as prendas (costurar, bordar, cozinhar etc) para a economia doméstica.
Cento e vinte anos depois do decreto, em 1947, um professor paulista teve a ideia de transformar a data em feriado e iniciou a tradição de homenagear os professores no dia 15 de outubro, em referência ao decreto de D. Pedro I. A ideia surgiu porque o período letivo do segundo semestre escolar era muito longo, ia de 1 de junho a 15 de dezembro, com apenas dez dias de férias em todo o período. Cansados, literalmente, um pequeno grupo de quatro educadores, liderados por Samuel Becker, teve a ideia de organizar um dia de folga, para amenizar a estafa. O dia também serviria como uma data para se analisar os rumos do restante do ano letivo.
Foi então que o professor Becker sugeriu que esse encontro acontecesse no dia 15 de outubro. A sugestão foi aceita e a comemoração teve presença maciça de professores e alunos, que levavam doces de casa, para uma pequena confraternização.
O discurso do professor Becker, além de ratificar a ideia de se manter na data um encontro anual, ficou famoso pela frase “Professor é profissão. Educador é missão”.

Fonte: Seção de Comunicação Social da EPCAR, por Sgt Domingos
Fotos: Sgt Domingos
 
 
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