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O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) realizou nesta quarta-feira (07/11) o lançamento de um Foguete de Treinamento Básico (FTB) durante a Operação Falcão III/ 2018. A atividade envolveu toda equipe operacional do Centro e teve por objetivo a preparação, lançamento e rastreio do foguete, visando o treinamento operacional do Centro e ainda, a obtenção de dados de seus instrumentos para a verificação de desempenho do veículo. A operação, iniciada na última segunda-feira (05/11), contou também com a aferição prévia dos meios de localização e rastreio do CLA, através do Exercício Ícaro III, onde foi realizado o rastreio da aeronave C-98 Caravan em apronto à operação de lançamento.

O lançamento ocorreu às 13h30 pelo horário local (14h30 HBV) e o veículo atingiu 31 quilômetros de altitude máxima em um minuto e 17 segundos. Da plataforma de lançamento no CLA até o local de impacto em mar, o FTB percorreu 11 quilômetros em linha reta. O tempo total de voo do foguete foi de 2 minutos e 44 segundos, sendo rastreado pelos radares Adour e Atlas do CLA, que realizam o acompanhamento de trajetória dos foguetes lançados. Foram coletados dados pelas três antenas de telemedidas do Centro (Stella 43, Stella Secundária e Zodiac), que fornecem informações em voo das condições dos foguetes lançados. Durante a atividade foi realizada a operação assistida com os técnicos responsáveis pela recente revitalização da Antena Stella 43, principal meio de coleta de dados via telemetria do Centro.

“Temos trabalhado intensamente para sempre manter a alta disponibilidade de todos os nossos sistemas e equipamentos, visando operações maiores e mais complexas. Nossa expectativa é que, com os resultados da operação realizada hoje, possamos seguir rumo à realização da Operação Mutiti em atendimento ao Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) e à comunidade científica nacional, com o lançamento do foguete VS-30 portando experimentos científicos e tecnológicos”, explicou o Diretor do CLA, Coronel Engenheiro Luciano Valentim Rechiuti.

O FTB foi o 492º veículo lançado do CLA, em um total de 103 operações realizadas. O lançamento anterior também foi de um FTB, ocorrido há exatamente duas semanas, como parte da Operação Falcão II/ 2018.    

 

 

Nesta sexta-feira (14), o Presidente da Comissão de Coordenação de Implantação de Sistemas Espaciais (CCISE), Major-Brigadeiro do Ar Luiz Fernando de Aguiar, visitou o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, e ressaltou a importância do Programa Estratégico de Sistemas Espaciais (PESE), em termos de desenvolvimento para o país e geração de recursos. A explanação ocorreu durante apresentação do CLA a veículos de imprensa nacionais e internacionais.

Segundo a Estratégia Nacional de Defesa, a Força Aérea Brasileira (FAB) é responsável pelo desenvolvimento de projetos no Setor Aeroespacial, assim como a operação e o monitoramento de satélites. “O que propomos é um plano aeroespacial de alto nível, um programa brasileiro feito por brasileiros. Isto não é um programa de governo, mas de nação”, ressaltou o Major-Brigadeiro Aguiar.

De Acordo com o Presidente da CCISE, foi criado grupo técnico com a atribuição de tratar a viabilidade de acordos de salvaguardas tecnológicas com estados estrangeiros, como forma de potencializar as ações de fortalecimento do Programa Espacial Brasileiro. “O Brasil pretende fechar um acordo de salvaguardas tecnológicas com os Estados Unidos que pode viabilizar  para a utilização comercial do CLA até o próximo ano. Os EUA dominam plenamente a área de espaço e queremos começar com boas parcerias”, disse.

O oficial-general ainda abordou a criação da empresa pública Alada. “A Alada destina-se a explorar atividades relacionadas ao desenvolvimento de projetos e equipamentos aeroespaciais, além da exploração econômica da infraestrutura e das navegações aeroespaciais, de forma direta e indireta”, disse.

CLA - Até hoje, ao todo, 490 veículos foram lançados pelo Centro de Lançamento de Alcântara, em um total de 101 operações. Alguns dos lançamentos são da família de foguetes suborbitais VS-30, VS-40 e VSB-30. Os veículos tiveram testes iniciais no CLA e já foram lançados em mais de 20 operações na Austrália, Noruega e Suécia, frutos de acordos de cooperação entre o Brasil e a Agência Espacial Europeia (ESA).

Segundo o Diretor do CLA, Coronel Engenheiro Luciano Valentim Rechiuti, desde 2009, são realizadas periodicamente operações de lançamento de Foguetes de Treinamento Básico e Foguetes de Treinamento Intermediário. “Nesse período ocorreram operações em atendimento ao Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), como a Operação Maracati II, em 2010, a Operação Salina e Operação Iguaíba, em 2012, a Operação Raposa, em 2014, a Operação São Lourenço, em 2015, e a Operação Rio Verde, em 2016”, listou.

Ele explica que, além de testar dispositivos e equipamentos de segurança, que passam a ser incorporados aos projetos de engenhos aeroespaciais em desenvolvimento no Brasil, as operações também mantêm as equipes preparadas para operações cada vez mais complexas.

 

 

Fonte: Agência Força Aérea, por Ten Cristiane dos Santos
Edição: Agência Força Aérea - Revisão: Major Alle

 

O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) realizou pela primeira vez nesta quinta-feira (09/08) o lançamento noturno de um foguete de treinamento. Iniciada na última segunda-feira (06/08), a Operação Falcão I/ 2018 culminou na noite passada com o lançamento do Foguete de Treinamento Básico (FTB), primeiro veículo dessa classe a ser lançado após o pôr do sol em Alcântara.

  O lançamento ocorreu às 21h15 pelo horário local e o foguete percorreu 16 quilômetros até atingir o local de impacto no Oceano Atlântico. Em pouco mais de um minuto o FTB alcançou 30 quilômetros de altitude máxima. Ao todo, o voo do foguete de treinamento levou 2min44s. Toda a operação ocorreu somente com equipes e meios do próprio CLA e suporte logístico do Grupamento de Apoio de Alcântara (GAP-AK) e do Esquadrão de Saúde de Alcântara (ES-AK). Ainda durante a Falcão I foi testado o funcionamento de duas antenas de telemedidas do Centro, situadas em Alcântara, e que foram recentemente revitalizadas.

“Essa operação representou um grande desafio para o CLA, a começar pelo fato de termos lançado um foguete de treinamento à noite pela primeira vez, utilizando somente nosso próprio pessoal, o que tornou a atividade ainda mais difícil. Destaca-se ainda o fato de quase uma década depois de termos utilizado plenamente e com ótimo desempenho a Antena de Telemedidas Stella 43, nosso principal instrumento para coleta de dados dos veículos em voo, juntamente com sua antena secundária, ambas recentemente recuperadas e modernizadas. Por fim, o FTB apresentou um excepcional desempenho durante toda a trajetória de voo, caindo próximo à área de impacto prevista. O resultado reforça o grau de maturidade alcançado pelo Centro e o nível de profissionalismo de todas as equipes envolvidas. Isso demonstra que estamos preparados para operações cada vez mais complexas.”, comentou o Diretor do CLA, Coronel Engenheiro Luciano Valentim Rechiuti.        

A operação Falcão I/ 2018 realizada pelo CLA visa a preparação, o lançamento e rastreio de um FTB, com telemetria banda S, tendo como finalidade o treinamento operacional do Centro e, ainda, a obtenção de dados de seus instrumentos. O veículo, de fabricação nacional, compõe o projeto Foguete de Treinamento (FOGTREIN) desenvolvido pelo Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) da Força Aérea Brasileira (FAB) juntamente à indústria. Além do FTB, também faz parte do FOGTREIN o Foguete de Treinamento Intermediário (FTI), sendo ambos operados desde 2009 no CLA. A Marinha do Brasil (MB) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) apoiaram a operação com a interdição do tráfego marítimo e aéreo, respectivamente, em área de segurança delimitada e próxima à plataforma de lançamento situada na península alcantarense.

A diretora do Escritório das Nações Unidas para Assuntos do Espaço Exterior (UNOOSA), Simonetta Di Pippo, está no Brasil para cumprir uma agenda de visitas e eventos ligados à atividade espacial brasileira.

Atendendo a um convite do comandante da Força Aérea, a representante da ONU visitou as estruturas críticas e os principais projetos de desenvolvimento espacial do país. O primeiro destino foi o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), na terça-feira (31).

A representante da ONU explica que está no país para ver de perto as atividades brasileiras e identificar potenciais colaborações internacionais. “Quando falamos de espaço, as pessoas pensam em explorar outros planetas, mas a verdade é que a questão espacial é muito mais que isso. Trata-se de algo que impacta na vida de toda humanidade e nosso objetivo é exatamente trazer os benefícios do uso do espaço para todos”, disse.

O UNOOSA é responsável por operacionalizar atividades definidas pelo Comitê do Uso Pacífico do Espaço Exterior (COPUOS). Criado em Assembleia Geral da ONU em 1959, no contexto da Guerra Fria, o comitê visa a promover a exploração espacial de forma pacífica, de modo que os usos estejam ligados à paz, ao desenvolvimento e à segurança de toda a humanidade.

Segundo o vice-presidente da Comissão de Coordenação e Implantação de Sistemas Espaciais (CCISE), Brigadeiro do Ar José Vagner Vital, que acompanhou a visita, a ideia é apresentar à autoridade internacional as capacidades e as projeções brasileiras no que se refere ao uso pacífico do espaço.

O objetivo é mostrar que o país está aberto a parcerias e cooperação internacional na área espacial e que a atuação brasileira está em consonância com os princípios das agências que trabalham de forma global para o desenvolvimento socialmente responsável desse setor.

“O UNOOSA é uma importante instituição para facilitar a cooperação internacional. Para fecharmos parcerias, que deixam nosso programa espacial mais forte, precisamos divulgar como podemos colaborar e quais são as nossas estruturas”, avaliou o oficial-general.

O CLA, localizado no Maranhão, é um dos principais pontos de lançamento do mundo, devido à sua localização privilegiada, muito próxima à linha do Equador. Lá, Di Pippo visitou locais importantes, como a Torre Móvel de Integração (TMI).

A estrutura vai servir para o lançamento do Veículo Lançador de Microssatélites (VLM) – engenho espacial que está sendo desenvolvido na Força Aérea Brasileira (FAB) e terá seu primeiro lançamento-teste dos propulsores em 2019, com o veículo VS-50.

Ela também conheceu o centro de controle, de onde são acompanhados os lançamentos, além de edificações construídas mais recentemente no reforço à segurança. “Até agora, tem sido um tour muito interessante. Eu acredito que isso é um bom exemplo daquilo que o Brasil pode fazer. Estou aqui para ver como podemos fomentar e reforçar a colaboração entre o Brasil e o UNOOSA. Pelo que tenho visto, posso dizer que são muitas as oportunidades”, disse Di Pippo.

A visita foi conduzida pelo Diretor do CLA, Coronel Luciano Rechiuti, que destacou a posição estratégica do centro de lançamento, localizado a apenas 2 graus e 18 minutos (aproximadamente 250 km) da linha do Equador, o que significa economia de combustível nos lançamentos.

Ele também destacou a importância do outro centro de lançamento brasileiro, o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), que fica em Parnamirim (RN), e realiza o rastreio do engenhos espaciais lançados de Alcântara, em um trabalho coordenado.

“Hoje, lançamos em torno de quatro ou cinco foguetes por ano. A maioria deles, de treinamento, para manter nossas equipes atualizadas e verificar o funcionamento dos nossos sistemas, mas nosso objetivo é incrementar esse número com lançamentos comerciais”, afirmou.

 

Agenda de visitas segue durante a semana

Nesta quarta-feira (01/08), Di Pippo terá uma audiência com o Comandante da Força Aérea, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato; na sequência, fará uma palestra e irá conhecer as estruturas da Agência Espacial Brasileira (AEB) e do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE) – todas em Brasília (DF).

Nesse último, está sediado o Centro de Operações Espaciais (COPE), que controla o primeiro satélite geoestacionário brasileiro, lançado em 2017 – o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC).

Ainda nesta quarta, a representante da ONU irá participar da assinatura da nova versão do Programa Estratégico de Sistemas Espaciais (PESE), que será realizada pelo Ministro da Defesa. Também será agraciada com a Medalha Ordem do Mérito Aeronáutico (OMA), por suas contribuições no desenvolvimento espacial e no apoio ao uso pacífico do espaço.

Para encerrar, na quinta-feira (02/08), Di Pippo conhece o polo aeroespacial de São José dos Campos (SP), onde está o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

 

O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) recebeu nesta semana de 17 a 21/06 a segunda edição da reunião do Grupo de Interfaces de Lançamento (GIL 2/ 2018). O GIL reúne especialistas da área espacial de diferentes organizações que compõem o Sistema Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (SINDAE). Nesta segunda edição de 2018 participaram representantes do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), do Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI) e do próprio CLA. Ainda durante a semana foi realizada a Reunião de Acompanhamento de Interfaces (RAI) visando a realização da Operação Mutiti, próxima operação externa a ser realizada no CLA com o lançamento de um foguete VS-30 transportando experimentos científicos e tecnológicos de centros e institutos de pesquisa nacionais.

Na GIL 2/ 2018 foram atualizadas a situação de projetos na área de espaço, tais como a Operação Mutiti, Veículos Lançadores de Satélites e projetos relacionados (VS-50, VLM-1 e VL-X), o Programa Microgravidade,  o novo Sistema de Terminação de Voo a ser instalado no CLA, os Foguetes de Treinamento e o HEXAFLY (veículo espacial hipersônico). Também foi traçado um panorama atual do Programa de Lançamentos do DCTA para este ano de 2018, o Programa de Futuros Lançamentos (2019-2020), mercado de Foguetes Suborbitais, situação dos Centros de Lançamento (CLA e CLBI), das obras no CLA com impacto em lançamentos futuros, das tratativas sobre a comercialização de lançamentos a partir do CLA. O Chefe do Subdepartamento Técnico do DCTA, Brigadeiro Engenheiro César Demétrio Santos destacou a importância do encontro. “Em um momento em que a área espacial ganha cada vez mais evidência no país, é essencial estarmos reunidos para estabelecermos estratégias e metas futuras”, explicou o Brigadeiro Demétrio.

No GIL ainda foi proposta a atualização da Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 60-1 que trata justamente sobre tal grupo, foram apresentados  os resultados do Grupo de Trabalho (GT) de normas balizadoras de processo de qualificação e certificação, além da discussão e acompanhamento de outros itens de ação, atualização e comentários sobre itens de ação datados e prioritários e foram elaboradas as conclusões e recomendações do GIL 2/ 2018. “A partir do GIL podemos trocar informações atualizadas sobre os principais projetos da área espacial em andamento, de forma a fazer um acompanhamento sistemático por parte de todos os envolvidos no setor”, destacou o Coronel Aviador Carlos Afonso Mesquista de Araujo, Presidente do GIL. Para o Diretor do CLA, Coronel Engenheiro Luciano Valentim Rechiuti é fundamental receber o GIL em Alcântara uma vez que a grande maioria do projetos na área espacial em desenvolvimento no Brasil invariavelmente passam por lançamentos a serem realizados em Alcântara.

O Grupo de Interfaces de Lançamento (GIL) se reúne duas vezes ao ano e é regulado pela ICA 60-1 “Grupo de Interfaces de Lançamento” que estabelece as diretrizes, participantes e objetivos a partir das reuniões realizadas, geralmente nos centros de lançamento de Alcântara, Maranhão ou da Barreira do Inferno, no Rio Grande do Norte. A última reunião do grupo ocorreu também no CLA no último mês de maio.

Nesta terça-feira (24/07) a equipe da Esquadrilha da Fumaça retorna à São Luís depois de cinco anos. A apresentação ocorre a partir das 16h45min no Espigão da Ponta D’Areia. A capital ludovicence é a oitava cidade a ser visitada pela Esquadrilha da Fumaça que iniciou as apresentações do atual circuito Norte e Nordeste no último dia 14 de julho, em Salvador (BA). Até o dia 30 de julho, um grupo de 45 militares formado por oficiais e graduados participa do primeiro roteiro de demonstrações aéreas na região Nordeste utilizando as aeronaves A-29 Super Tucano.

“É um grande privilégio poder retornar a essas regiões, representando, de forma bastante profissional, a Força Aérea Brasileira”, comenta o Comandante da Esquadrilha da Fumaça, Tenente-Coronel Aviador Marcelo Oliveira da Silva.

A Esquadrilha da Fumaça se apresenta em São Luís após exibição em Jericoacoara (CE), onde o grupo faz a demonstração pela primeira vez. Confira abaixo a agenda de apresentações:

14/07 às 16h - Salvador (BA)
15/07 às 15h30 - Aracaju (SE)
16/07 às 14h30 - Recife (PE)
20/07 às 16h - Natal (RN)
21/07 às 16h30 - Fortaleza (CE)
22/07 às 16h - Umirim (CE)
23/07 às 16h30 - Jericoacoara (CE)
24/07 às 16h45 - São Luís (MA)
25/07 às 17h - Belém (PA)
27/07 às 16h - Imperatriz (MA)
28/07 às 16h - Porto Nacional (TO)
29/07 às 16h - Barreiras (BA)

Após a apresentação em São Luís, a Esquadrilha da Fumaça segue para Belém (PA), onde fará exibição nesta quarta-feira (25/07). A última apresentação da Esquadrilha da Fumaça em São Luís ocorreu em 2013, durante as comemorações do 30º aniversário do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA).

 

Imperatriz na agenda

Na sexta-feira (27/07), Imperatriz, na região tocantina, também volta a receber a Esquadrilha da Fumaça. A apresentação ocorre na Avenida Beira Rio a partir das 16h.   

 

História

Com mais de 3,8 mil demonstrações realizadas no Brasil e em 21 países, a Esquadrilha da Fumaça representa para milhares de pessoas a oportunidade de estabelecer contato, de maneira emocionante e inesquecível, com a Força Aérea Brasileira. Toda apresentação conta com sete pilotos em sete aeronaves. Cada posição de voo tem uma função específica. Um oitavo piloto fica em solo realizando a locução. Geralmente, a demonstração da Fumaça tem duração de 35 minutos e conta com cerca de 50 acrobacias.

Na última sexta-feira (27/04) se formaram, em Cerimônia de Compromisso à Bandeira Nacional, 19 novos Aspirantes a Oficiais que passam a servir no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Grupamento de Apoio de Alcântara (GAP-AK) e no Esquadrão de Saúde de Alcântara (ES-AK). A solenidade, presidida pelo Diretor do Centro, Coronel Engenheiro Luciano Valentim Rechiuti, contou com a participação de todo efetivo militar das três organizações pertencentes à Guarnição de Aeronáutica de Alcântara (GUARNAE-AK), além de amigos e familiares dos formandos. A cerimônia também marcou o término da 1ª fase do Estágio de Adaptação e Serviço (EAS) e do Estágio de Adaptação Técnico (EAT), que objetiva proporcionar formação militar inicial aos oficiais recém-incorporados. 

 

Durante a solenidade, os aspirantes foram apresentados ao Diretor do CLA, Coronel Luciano e prestaram o compromisso à Bandeira Nacional frente aos deveres com a Força Aérea Brasileira (FAB) e ao país. A Aspirante a Oficial Engenheira de Telecomunicações Mariana Cassundé Carvalho Oliveira, primeira colocada e estagiária-padrão da Turma Fênix foi agraciada com os respectivos diplomas conferidos pelo Diretor do Centro. Na sequência, os formandos receberam de amigos e familiares as platinas do posto de Aspirante a Oficial da FAB e desfilaram em continência à Bandeira. Na Ordem do Dia, o Coronel Luciano conclamou todos os aspirantes a focarem na missão do CLA, que é atrelada à missão das demais organizações da GUARNAE-AK. “Estamos em um local em que o Brasil deposita suas maiores esperanças de conquista autônoma ao espaço. Independente da unidade, seção ou atividade exercida, todos devemos seguir imbuídos de conquistar posições em um setor que emprega alta tecnologia, contribui com a ciência e é estratégico às pretensões do país no cenário internacional”, enfatizou o Diretor do CLA. Ao término, após o desfile da tropa, os formandos receberam autorização para o fora de forma e entoaram o grito de guerra da Turma Fênix.       

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